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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

EDIFICIO ESPELHO PRATA E O REFLEXO: - “ESTÁ ESCURO”. II

Pergunta inocente:


Será que o referido imóvel não estará por lá, no “lixo tóxico” do buraco do BPN?


Resposta: ............................................................................................................!?


Ou também é um produto "tipo caviar" com tiques de "tipo hortaliça"!?


Resposta:............................................................................................................!?


任何決定,因為“Umzinho”只知道如何講葡萄牙語。


Um grupo de chineses estava a estudar a hipótese de comprar a divida de um Município, nosso conhecido. Segundo informações da Agência Noticiosa Xinhua. Deslocou-se da China com escala no Aeroporto “Chanfanix” em Marte, e aterragem no Aeródromo da Serra do Bidoeiro, “NÃOESTÁLÁ”, uma comitiva de chineses cujo nome só nos foi dado no Colectivo Troikanianhin. Só trabalham em equipa. A reunião efectuou-se no Parque Universal – Zona Industrial … no Pavilhão Multiusos “ Virtual”. Na nossa equipa de trabalhos só havia o “Umzinho” habitual, como elemento e porta-voz. No fim de uma discussão profícua e empreendedora foi assinado o seguinte não acordo:


1 - 什麼也沒有決定,因為“Umzinho”只知道如何講葡萄牙語

Tradução:

1 - Nada ficou decidido porque o “Umzinho” só sabe falar Português.

Nota oficiosa do colectivo Troikanianhin:

請注意非官方集體 Troikanianhin

“因為類型是一樣的也不是英國人知道買不到任何東西,我們不明白,​​不給藍色色調空白背書可以只有在chanfana chanfanix和避孕套... ...聽取了關於火星... ...而且還黴菌和腐爛的氣味色彩洋蔥幫助我們離開這裡的緊迫性...而除了這個亭子是胡扯冷或牆壁或屋頂專業的“市長”,對於做了壞事支付,並繼續談到了一個奇怪的品種...影響與空氣中孔雀許多我們不應該得到多少關聯。讓我們我們沒有想家,沒有。

Tradução para a Lingua de Camões:

“Como o tipo é mesmo burro, nem inglês sabe, não podemos comprar nada, não nos entendemos e não damos aval em branco em tons de azul. Só sabe falar em chanfana e preservativos chanfanix... ouvimos falar em Marte disso...e além disso tem um cheiro a mofo e a caruncho, com uma tonalidade a cebola. Socorro! Queremos sair daqui com urgência... e para além do mais este pavilhão é uma porcaria é muito frio nem paredes nem telhado tem. O profissional "autarca"que pague pelas asneiras que fez e continua a fazer. Falou de uma raça estranha... que toca muitos jumentos com um ar de pavão inchado. Não nos merece muita relevância. Vamos embora e não ficamos com saudades, nenhumas.”


Questão: Porque é que o tipo só gosta de trabalhar tipo: Zé-ninguém!? - Que mania!


Nem os chineses lhe dão reputação nenhuma. Triste figura. Triste fim…


JORGE GONÇALVES

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ÓVNI = OBRE VENDADO NUTRIDO A INCENSOS.

Costuma-se a dizer que muitas vezes temos que engolir um sapo vivo para digerir determinadas situações. E não é que eu não engoli não um sapo mas um sacana de um mosquito. Como não tenho “cremalheira”, nem sequer tirou bilhete… Entrou tipo escape livre... Bem! Com esta história das bruxarias até podia ser um sapo transformado em mosquito. Fica essa dúvida!?


Ia eu, na minha paz de espírito a cantarolar e assobiar como sempre o faço no meu trabalho a cavalo na mota, e pumba entra-me um mosquito pela boca dentro que me atrofiou as goelas de tal ordem que eu ia-me esganando a mim próprio, na ânsia do esganar a ele. Apre! Que sufoco. Saí da mota. Montei-a no descanso… mas eu continuava numa lufa-lufa com o sacana do Óvni = orbe vendando nutrido a incensos - que me entrou pela boca adentro. Estava a ficar esganiçado, julgo ter imitado Pavarotti; Elvis Presley; Tony de Matos; Amy Winehouse, na sua faceta do Rock in rio embriagada… … até que me resvalou dos queixos a voz de Marlon Brando na sua espectacular interpretação em o Padrinho no papel do mafioso Don Vito Corleone. Homessa! Foi a primeira vez na minha vida que saudei um mafioso, com um urra e “eferreá”. Olé. Pimba. Catrapus. Escarrei o tipo ao chão como quem arremessa uma pedra a um gato preto com uma chouriça roubada do fumeiro…“Jaz morto e apodrece…” como disse o meu colega maior da Poesia Fernando Pessoa, salvo erro no poema “O menino de sua Mãe” (?) O Óvni = Orbe vendado nutrido a incensos, era mais uma do grupo das senhoras que possuem a minha fotografia em Espanha… De certeza absoluta.


Porquê? Vocês ainda duvidam!? Têm o descaramento de duvidar de mim!?


Incautos! Amigos da onça, eh!


Vocês não vêm que só imitei vozes de gente que já morreu. Então quando o gajo me sai do “gargalo”, parecia que tinha algodão para encher as bochechas para figurar Don Vito Corleone. Marlon Brando, meu amigo e herói. Obrigado.


Depois lá montei a mota no fim de fazer um funeral decente ao Óvni – Obre vendado nutrido a incensos. Espalmei-o com o meu pé direito, escala 43 no alcatrão. Ando mais ou menos cinco metros em frente, olho pelo espelho retrovisor do lado direito e não vi no sítio em que lhe fiz o funeral uma sombra que me fez lembrar um dinossauro!? Isso é que foi… ... ... ... morrer quase de riso. Depois do efeito de falta de ar veio mesmo a calhar tal assombração.

ALBERTO DE CANAVEZES

Ubiquidade e equidade...

Somos um povo preconceituoso e também como disse um dia um Politico que admiro e respeito pelo seu humanismo, sinceridade e honestidade intelectual (Eng. António Guterres): -“invejoso”.


Obviamente que é uma opinião que é minha. Escrevo isso num espaço que eu criei, que é meu, e que só lê quem quiser. Depois que cada um faça a análise que entender e quiser.


Preconceituoso, porque formula juízos de valor e de estigmas pela aparência das coisas. Não o faz pelo âmago da questão. Vê, viu, escutou, pensou e está feita a pintura sem saber qual o conteúdo que a sustenta. E isso raia o nível da hipocrisia, ultrapassando-a na suposição do faz de contas, no deixa andar, no disse que disse, etc. Hoje vivi um episódio desses... Depois quando se mistura no preconceito a inveja, a sopa fica com cardos e coriscos. Fica o caldo entornado. O invejoso é todo aquele indivíduo que não sabe viver com o sucesso dos outros. Que nos olha por baixo e nos quer arrancar as solas dos sapatos, para ficarmos descalços. E porquê? Porque é um ignóbil entremezista e obtuso. Desculpa a sua inércia … porque o fulano tem a mania que sabe tudo e por obra e graça do divino espírito santo de orelha as coisas, lhe caem nas mãos. Continua na desculpa de não ter tempo para nada, mas perde o tempo em futilidades e tascas a dizer mal do dito fulano. O tempo que gasta a efectuar tais perícias poderia pelo menos potenciar as suas capacidades inatas. Sim porque cada um de nós tem as suas capacidades ímpares. Chama-se a isso: personalidade. Isto se, soubermos, ser possuidores da nossa mente e mentores das faculdades de todos os nossos sentidos. Que são cinco. Como são mais espertos que eu, nem vale a pena falar deles…


Adoro ser quem sou. A minha auto-estima, por vezes leva a que algumas pessoas me descrevam como: “convencido”. Independentemente das fases que a vida me coloca na frente e que podem criar os adjectivos que me queiram colocar, não deixo de ser quem sou: eu em mim. Este recado é para quem quiser enfiar a carapuça. Eu não tenho grandes amigos tenho pessoas que se relacionam comigo. Prefiro poucos e bons do que aqueles que não sabem guardar uma confidência; do que aqueles que sai um do grupo e começam logo a dizer mal dele – quando chegar a minha vez o que não dirão de mim? Prefiro os que divergindo de mim conseguem opinar olhos nos olhos com frontalidade, do que aqueles que percorrem os ouvidos de uns e de outros a fazer queixinhas para fazer render o seu peixe no “clube”. Esses indivíduos metem – me nojo, náuseas mesmo.


Eu sei bem lidar com o sucesso dos outros, se estão na minha “equipa” também é um êxito meu e motivo de orgulho. Também não os isolo quando estão mais frágeis, aproximo – me deles... Sei tantos segredos de uns e de outros que por vezes fico-me a rir sozinho. Porque, modéstia à parte… tenho… uma fracção, “estúpida” muito evoluída. E a minha inteligência não é nada por aí além perante tal fazedores de carácter. Mas acho que com jeitinho chego lá. Categoricamente e sem espinhas. Tipo Ferrari que passa por uma carroça puxada por um burro. Vejam a minha auto-estima. Ou mania de querer ser mais que os outros…


A seu tempo as coisas serão providas dos seus nomes e enfeitadas com os respectivos “artefactos”. Enchi-me de tanta saloiice e de falsas palmadinhas nas costas que já as sinto como facadas… esperem para ver. Este é o meu espaço. Onde “derramo” a minha simples opinião.



Mas vamos ao que interessa, hoje vivi um momento único na Empresa que tanto amo, os Correios de Portugal. Vi ser premiado o esforço da equipa de Distribuidores Postais (Carteiros). Somos uma equipa que está no pódio a nível nacional. Aliás, toda a equipa da Estação de Correios de Vila Nova de Poiares. Fiquei bastante orgulhoso das deferências da Dra. Manuela Portugal e Nuno Casaleiro (Directores) perante o meu companheiro de estrada: Marquês. Considerado legitimamente. Um dos melhores – senão o melhor – vendedor dos produtos CTT. O qual recebeu a sua quarta bicicleta. Encheu-me o ego, e certamente ao meu saudoso companheiro e querido amigo José António, seu Pai. Fiquei muito sensibilizado também pelas considerações que expressaram sobre a minha postura profissional e empenho… Muito em particular pela surpreendente atitude do meu Chefe Jaime, que me presenteou com uma bicicleta. Divergimos / convergimos, no apego e amor ao CTT. “O céu é o limite”. Humildemente obrigado. Não posso esquecer a minha ex-chefe Sra. Dona Helena, que me abriu as portas do Correio, após o meu Carteiro Martins me perguntar: - “… então Jorge o que se passa contigo, estás tão triste?” Respondi-lhe: … estou sem emprego, não sei o que fazer da minha vida. Retorquiu: - “ Jorge vai já aos Correios e fala com a Dona Helena porque estão a precisar de Carteiros…” Obrigado companheiro Martins. Bem-haja! Um obrigado muito especial para a Dona Etelvina, por ser a confidente, a colega sincera e sempre disponível para ajudar. Grato. Um abraço daqueles para o Hélder, aquele colega. Foi gratificante também ouvir os elogios endereçados ao Joaquim; Nuno e Pedro.


Hoje foi um dia que me senti um “menino” mimado. Se é que já sou um homem! Porque nos CTT quero ter sempre esse entusiasmo inocente. Um agradecimento muito, mas muito especial à Repórter da Revista dos CTT "aposta".Esperem por Janeiro, terão mais boas novas.


JORGE GONÇALVES

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Somos uns imbecis, num País de iluminados!

"Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".


Barra da Costa, criminologista


Depois chamem-me trovador sem rimas; filósofo sem dogmas; matéria excrementícia (em versão moderna). Este País está a saque. Nós somos escravos de um bando de dúzias de patifes da pior espécie. Estamos na insolvência social; insanidade política; na manigância oficializada; dos poderosos que pagam cauções de termo e residência… com dinheiro que nos foi roubado; vivemos no país cuja Constituição da República é o livro mais desacreditado e desonrado, que possuímos em casa; cujos papagaios do polvo possuem tempo de antena que querem, pagos a peso de ouro, para nos catequizar; de interesses cooperativistas e da maçonaria; de banqueiros que esticam os juros aos pobres para os alongarem aos familiares e amigos de golfe…; de uma justiça para os ricos outra para os pobres; de branquear crimes de colarinho branco efectuados por “impolutos” vigaristas que serviram o estado… no conhecimento e depois na usura de informar os interesses privados, com eles á cabeça… Dia 24 destes mês demonstrem a estes políticos corruptos e sem escrúpulos, que está na hora de puxar-mos o autoclismo e manda-los para os tanques que reciclam a merda pura.


JORGE GONÇALVES

Uma Rosa prometida.

Como o prometi hoje fui levar, uma singela rosa, à sepultura onde descansa a Dona Adelaide. Um silêncio sepulcral, uma calma serena, uma paz espaçosa de almas num terreno sagrado. Não consegui calcular quantas paginas ali se guardam que são folhas do livro da minha vida. Mas a minha incumbência era denunciar perante todos os presentes o quanto amava a Dona Adelaide. Incomensuravelmente a vida deu-lhe como oferta de uma vida plena: cair de madura. Fez o percurso da vida como a natureza o faz, pretende e exige. Noventa e quatro anos. A descrição da sua vida nunca pode começar com a repetitiva frase: - “Era uma vez”. Tem que começar: Existe em nós uma história que nos fará lembrar para sempre, o era uma vez constante da nossa vida. A Dona Adelaide está sempre connosco porque só morre quem se omite a si próprio e nega aos outros as migalhas que constituem um pão. Ela reparte connosco a sua oportuna reminiscência e comportamento. A sua vida não é fugaz é imaculadamente eterna. Confesso que não consegui traduzir por lágrimas o desconforto que acalentava por não a acompanhar a tão ilustre casa. A casa da igualdade “perene”. Sentia-me seco. Oco. A morte é uma circunstância da vida. Traduz para mim, o quanto a vida é harmoniosa quando se cai de maduro. Tudo nasce, se cria e recria e morre. Para mim demonstra o quanto a natureza é perfeita. E a Dona Adelaide é grandíssima, em tudo isso. Não tenho, dúvidas que muitos que por lá estão se sentem felizes por tão ilustre companhia assim como outros não a merecem por companhia, sentem-se desconfortáveis. Eu não sou daqueles que quando determinado indivíduo morre os mede pela mesma bitola. Eu decifro-o pela sua campanha no reino dos vivos. E pela minha análise – que não sendo vinculativa à verdade – no seu silêncio mantenho o mesmo padrão de consciência. Eu não acredito no perdoar os pecados no último segundo da vida. A nossa presença na vida e perante ela tem que possuir um registo de juízos de valores que nos acompanha até ao nosso ponto final. É isso que eu quero que façam de mim quando chegar a tal arremesso para o reino dos mortos. Quero uma interpretação genuína e autêntica. Que sejam revistos e analisados os prós e os contra. Não que num uníssono hipócrita e ridículo me coloquem na redundância de ser verberado com epítetos que não mereço.



A Dona Adelaide está muito para lá de nós (de mim) na sua trajectória de vida. Merece ser perpetuada para todo o sempre. Recolham do seu nome uma mercê para a causa pública… Saberei ter por conhecimento que os meus netos a deslumbrarão como um exemplo de cidadania.


JORGE GONÇALVES

domingo, 20 de novembro de 2011

POEMA - Perdemos uma folha do livro da nossa vida

De todos os livros que li


Existem aqueles não tirei uma palavra


Houve outros que os devorei... os consumi


Mas todos serviram para a obra da minha lavra.




Eu sou um pedreiro de letras


De pedras maciças e ásperas


Possuo calos nas mãos e com elas abertas:


- Não deixo de saber as que saíram para as diásporas.




Existem enormes “volumes” também nos actos das pessoas


E eu conheci a Dona Adelaide numa fase dos meus segredos...


Um livro não dá para ser gente, na estante e fechado


Sem ser aberto e lido, sentir os toque dos nossos dedos


Nós vivemos um presente de um futuro com passado...


E a sua pagina na nossa memória é um diário de obras boas.


ALBERTO DE CANAVEZES