Hoje fico em ponderação.
Pouco vou escrever
Estou a meditar.
Está feita a dissertação
Muito vou ver e saber
E depois vou actuar… …
ALBERTO DE CANAVEZES
Hoje fico em ponderação.
Pouco vou escrever
Estou a meditar.
Está feita a dissertação
Muito vou ver e saber
E depois vou actuar… …
ALBERTO DE CANAVEZES
· “Eu pelos anos de experiência que levo em ser o vosso rosto e vós sei muito bem quem é capaz de continuar o caminho que todos encetamos juntos. Ele está aqui a meu lado…”
· “A obra não é minha é vossa. Foram vocês que a edificaram. Eu só fui o vosso criado a prazo, que por vós a executou. Sei que esta nossa cumplicidade não pode ser comprometida, por isso ouso apresentar-vos quem entre nós é o mais capaz para a continuar.
· “Olhem o que nós fomos capazes de fazer nestes trinta e nove anos. Lembras-te … (dirigindo-se para um dos mais velhos da sala – o tal proeminente) como, era a tua rua… como ias para a escola… aonde ias buscar água, de andares dentro de casa com um candeeiro a petróleo… Blá… blá e blá… blá… Diz aos teus netos o que ambos fizemos juntos. E este jovem é da idade deles e como tal, vai fazer aquilo que ambos também fomos capazes de fazer.”
· Blá…blá…
Depois conseguiu criar uma imagem dos seus opositores de ressabiados; de “incógnitos”; de incompetentes; de aliados do getas e do pernetas que fez isto e aquilo ao beltrano e sicrano… Isto não tem nada de saber, ele está tão previsível, que mesmo que escolha outra coreografia para o seu guião, ele terá como pano de fundo os mesmos trilhos e andarilhos. Só na unidade, seremos fortes para derrotar tal comensal e seus acólitos. Ao longo, destes últimos anos esqueceu-se de alguns pormenores de solidificar complementos de complementaridade e raízes de interacção … e eu categoricamente sei alguns deles. Sem qualquer rebuço de arrogância ou de altivez. Já o disse algumas vezes que se fizesse uma tese de Doutoramento, era sobre o seu “modus operandi” e a sua personalidade. Não podemos cair no erro de nos subjugarmos aos interesses partidários, porque isso é “dar mais bolotas aos mesmos porcos”. Temos que puxar pelos galões da nossa cidadania agora, para daqui a uns anos nos digladiarmos dentro dos princípios democráticos depois das purgas necessárias nos partidos com quem nos identificamos mais. Essa tem que ser a nossa sina. É esse o nosso desígnio. Porque os nossos filhos merecem e necessitam de sair desta letargia a que nos devotamos e fomos cúmplices. Uns de uma maneira, outros de outra. Ninguém está isento de culpas. Temos que ouvir os mais velhos de ambos os lados das barricadas. Saber criar análise crítica. Retomarmos a iniciativa da denúncia. De demonstrar que muito do que se dá é porque o Estado de Direito o consigna na Lei e não à libré arbítrio de “umzinho” qualquer. Que o que foi feito era o que merecíamos e tínhamos direito. Que existem inúmeras infra-estruturas (desde o Mercado Municipal ao Centro Cultural de Poiares e passando pelo Complexo do Gimnodesportivo, onde estão instaladas as Piscinas Municipais entre outros) que foram feitos sem qualquer estudo sociológico nem contexto demográfico. Obras espampanantes e megalómanas para turista ver. Sem qualquer utilidade pública porque não tem matrizes de subsistência. Não possuem planos de actividade nem a caracterização da população que pode usufruir dos seus espaços. Desde o cidadão comum à comunidade escolar. Mesmo com deficiências congénitas de nascimento não se sustentam a si mesmo, porque o Sr. responsável por tal, não se disponibiliza para dialogar ou sequer ler o que se lhe propõe para serem auto-suficientes. Discrimina Instituições. Dá mais a umas que a outras porque “sim”. São as Regimentais, as tentaculares do sistema. Confraria da Chanfana; Associação Desenvolvimento Integrado de Poiares; Rádio Santo André e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Poiares / Serviço Municipal da Protecção Civil. De realçar que estas duas últimas nada tem a haver uma com a outra no panorama organizacional sim no operacional... Sendo a ultima um “presépio” elaborado “sem lei nem roque”, ninguém que subscreveu o “papel” sabe o que fazer... no Site do Município de Vila Nova de Poiares está descrito (disponível brevemente). Tipo o Pavilhão Multiusos que de “está instalado” passou “a instalar”. Uma vergonha. Chega destas atoardas, para nos amolecer a cidadania e para nos insultar a nossa inteligência. Sobre esta matéria não pretendo escrever mais nada. Só o farei a título muito excepcional. Como venho a dizer sem qualquer tipo de desapontamento, eu sozinho não sou ninguém. Mas se congregaremos forças e diligências entre as nossas visíveis diferenças. Somos capazes de assumir compromissos de mais-valias para os nossos Conterrâneos, porque temos um elo muito importante em comum que nos une: VILA NOVA DE POIARES. Deixemo-nos de “partidarites” agudas e suavizemos os nossos actos na temperança de agregamos vontades provindas de todos os credos numa façanha de ecumenismo.
JORGE GONÇALVES
Despertei…com todos os Rios na minha porta
Ribeiras, Riachos…e com duas Gotas de Água
Conheci-os, tanto dês o Tâmega ao Guadiana
Menos as duas Gotas de Água.
A que olhos respeitavam, elas?
Com jeito retirei-as
Separei-as…
E nas palmas da minha mão vi
Um olhar impregnados nelas…
Que descobri,
Serem tuas
Meu amor.
Porquê, essa rebelião de aguarelas
Entre tantas águas de tantos
Rios, Ribeiras e Riachos?
A sede de saciar o teu amar…
Bastava só beijar os teus lábios.
A ânsia de acariciar o teu desespero
Era eu segredar-te aos teus ouvidos
Das margens de cada Rio, Ribeiras e Riachos:
- Esquece. Não chores que eu espero
Conseguir…
Penitenciar os meus desleixos e castigos...
E enganos...
E separando as águas…
Caminhar…
Para ir ter contigo.
Abraçar-te
E viver do teu lado
Sem te magoar
Dar-te as mãos com cuidado
Numa ideia de devolver
Os Rios, Ribeiras e Riachos ao seu lugar
Como devolver-te as duas Gotas de Água
Novamente ao teu olhar.
ALBERTO DE CANAVEZES
Ao abrir o meu Blogue (agora) fiquei estarrecido. Não é que um “zarolho teólogo” deu como prazo de vida ao meu “instrumento de divagações” poucos dias. Que iria ser visitado poucas vezes… e o diabo afim. Coisa das coisas, já vai nos dez mil visitantes. Sabe como se escreve em números? Eu explico, mete um 1, mais um 0, (ponto) mais outro 0, mais outro 0, mais outro 0 = 10.000. E daqui a uns dias terá mais uns números.
Um recado:
- O melhor ainda está para vir…
Com a ponderação adequada e embaraços plausíveis, sou indefectivelmente um adversário, a ter em consideração. Sem medo nem sustos de burburinhos. Aliás tenho a informar que se algo me calhar (ou aos meus...) … o rabo de muita gente vai confundir-se com a careca. A barraca está montada, arrumada e armada.
Existem pessoas que vão ouvir vozes do outro mundo…
Existem pessoas que vão apregoar ladainhas da Pré-história.
Existo eu… e o espantalho que há em mim.
Jamais estou sozinho. Sinto-me bem quando tomo as gotas todas, e gosto muito de ser quem sou, mesmo não estando na melhor forma… Tenho muitos cães…mas sou cliente “tipo hortaliça” de erecções bancárias.
ALBERTO DE CANAVEZES
Quando eu morrer
Quero os meus inimigos
A chorar baba e ranho.
Tristes. Combalidos.
Sofridos.
Quero ver a minha mulher
Vestida de vermelho
E com sete pretendentes atrás.
Feliz da vida…
Ostentando…
Numa das mãos um espelho
Gritando:
- Perde por tardia a sua partida.
Sorrindo e dançando…
De todo… em nada sofrida.
Quero os meus filhos radiantes
Concentrados a aplaudir
Cantado e saltando
Exclamando:
- O gajo desta não pode fugir.
Quero que os meus amigos
Fiquem em casa a ver televisão
De preferência a ver o S.L. Benfica
…a ser Campeão.
Quero foguetes a estourar no ar
Canas a cair no chão
Como gotas de uma chuva forte.
Quero ir despido…
E com um bocadinho de sorte
Ostentar um olhar de arrependido.
Quero ir ao toque da Fanfarra
De uma Filarmónica
De uma Tuna Académica
Quero que seja um dia de farra
Que a minha irmã fique afónica
A minha sobrinha suspire e diga:
- Liberei-me desta praga.
O meu afilhado pegue na harmónica
E toque até lhe faltar o folgo.
E o meu cunhado esfregue as mãos
E se julgue um mata-borrão.
Eu quero ser cremado…
Adubo para anexar a excrementos
Mas se me meterem no mesmo saco
Que o endeusado…
Que se lixe o pregão.
Não pensem em haver pagode
Que todos fiquem de diarreia…
Queriam-me ver-me de chifres!?
Sacanas… seus maus arbitres.
Que se encalacre o óbito.
Mesmo contrariado quero viver
Para ver o imbróglio e a folia
De o ver pagar por tudo…
Num tempo sem previsões
De meteorologia
Aonde o diabo…
Seja cego… surdo e mudo
Tudo o que sobe desce.
Com mais ou menos preguiça.
Todos os impérios caíram…
Eu quero sabe-lo…não me conturbo.
Irra! Não queriam mais nada?
Eu quero saciar a sede de justiça
Nem que seja numa fonte de chafurdo.
Existe um acto de pura negligência que considero primária ao meu intuito de efectuar um memorando que confina uma reprimenda aos partidos políticos que são poder e contra poder em Vila Nova de Poiares. O Movimento de Poiares na Cidadania não pretende ser um grupelho de anarquistas ou de intenções de fomentações dúbias. Não pretende ser uma alternativa só porque sim, ou porque não. Nem é nenhum fato à medida de beltrano ou sicrano. Pretende congregar pessoas de vários quadrantes políticos que estão fartas do ostracismo cívico e social a que o Concelho de Vila Nova de Poiares está debotado. Se estamos nesta triste comenda de não se saber quem é quem nas Instituições mais proeminentes da nossa sociedade, existem dois culpados. O PPD/PSD e o PS. Um porque usa e abusa do poder que usufruir para “contaminar” os “aparelhos” produtivos de cidadania que nos define como sociedade… e de um que nunca soube ser uma alternativa política credível porque não vive a essência da nossa identidade e só possui dinâmica de intervenção a poucos dias das eleições… obviamente - que em minha opinião existem outras prestações e subserviências – que contribuíram e contribuem para este estado de coisas. As quais já as denunciei no meu Blogue.
Agora vejo muito boa gente com muito paleio e pouca acção. Isto não tem nada que saber, ou se avança e escolhemos quem achamos serem os melhores para nos darem garantias de uma governação idónea, responsável e coerente, alicerçada em compromissos de deveres e obrigações, venham elas de onde vierem. Pretos ou brancos. Mulheres ou homens. Sócios do C.F. “OS Idosos” ou “A.D. Poiares”. Da Freguesia das Lavegadas, Santo André, São Miguel ou Arrifana. Que gostem de Chanfana ou não… …
Já existem inúmeras pessoas interessadas em colaborar… de várias afinidades e credos. Só uma pessoa muito distraída é que não prevê inúmeras mutações neste contexto político. Tanto a nível local, regional e nacional. Novas Leis vão aparecer para a eleição dos Autarcas; Novo quadro Administrativos das Autarquias Locais vai aparecer; já existem movimentações para sucessões; já existem amuos e caturrices em várias secções partidárias locais, regionais e nacionais… em suma inúmeras quebras de tensão e desmaios… …
Assim vendo e decifrando as coisas, proponho que no facebook, muito em particular no “Acorda Poiares”, façamos diligências para nos reunirmos informalmente, para sem rebuços ou disposições preconceituosas, podermos falar abertamente se o Movimento de Poiares na Cidadania tem pernas para andar.
O que é que a Distrital de ambos os Partidos nos deram?
- Em minha opinião nada.
O que é que os Órgãos Nacionais de ambos os Partidos nos “ofertaram”?
- Em minha opinião nada.
Quantas vezes vimos os Deputados eleitos pelo Distrito de Coimbra no nosso Concelho para nos solicitarem sugestões, procurarem pelas nossas preocupações…?
- Nenhuma vez. Alguns deles nem ao nosso Distrito pertencem. E de alguns deles leva-se a crer que nem sabem quantos Concelhos e Freguesias tem o Distrito. Possuímos dezassete Concelhos e duzentas e nove Freguesias. Porque outros interesses cooperativistas e palacianos se levantam em detrimento dos objectivos da coesão e identidade nacionais.
Eu sei de quantos assinaturas precisamos para tal evidência. Eu sei que não é um trabalho fácil. Que teremos muitas tormentas pela frente. Que irão aparecer os intriguistas dos aparelhos Partidários a dizer que agora irá ser diferente… Eu sei que iremos dialogar, discutir, propor opções, ratificar posições, mas temos urbanidade para isso, porque somos pessoas indignadas com o actual estado das coisas da causa pública. Consigo decifrar tanta Juventude sadia, tanta Gente que não se identifica com esta infecção, capaz de assumir o nosso rumo. Inclusive pessoas que estando na contenda politica actual ou crónicos apoiantes já estão fartos de todas a diatribes infligidas e de todas as violações aos nossos direitos profanados… que vão forçosamente abandonar o barco, com a parcimónia adequada e com a elegância que se exige. Porque vai prevalecer a consciência. Se vierem por bem – não importa de que lado for - serão recebidas de braços abertos.
De que estamos à espera?
Senão fizermos nada, ficamos à mercê destas duas “irmandades” mais quatro anos da nossa vida.
Como cidadão, aguardo uma resposta ao meu repto. Se não der em nada. Não será o fim do mundo. Outras opções surgirão, sem dúvida.
JORGE GONÇALVES
Li um escrito – muito bem elaborado – que define o que é um “labrego”. Tal campónio é simplesmente o triste figurante e abominável criatura que tem arreios de carga de tudo o quanto é poder na paróquia… Tal tosco anda endeusado e enfeitiçado por alguém com cheiro a cebola que tresanda. Tal rústico é um bipolar monoteísta que quando sente na sua frente os holofotes da ribalta expulsa, boca fora o que a mosca mais gosta. Tal grosseiro tanto mete as patas como as mãos, em tudo que é tacho ou panela de domínio. Tal mal-educado, impolido, ordinário, malfeito, saloio, boçal e lorpa, brinca ao “esconde-esconde” com a própria sombra mas sem a destreza do Lucky Luke. Tudo que se sobrepõem há dita cuja, leva com o respectivo “tirinho” de marcha. Mas ultimamente são tirinhos de pólvora seca. Tal mostrengo não olha a meios para atingir os seus fins. Para atingir quem lhe faz frente e as necessárias pegas de cernelha para o amansar, constringe o “elo mais fraco” - a sua família. Tal pateta, demonstra tamanho destempero maquiavélico que agora aparenta pretender entronizar o seu fedelho na arte de capitanear.
Isto são delírios meus, de certeza absoluta!? Acho que não me podem levar muito a sério… Isto tudo, tem a ver, com o meu acordar mal disposto e sequência de muitas insónias pré-históricas. Não sei de quem estou a falar. Congemino que é uma história aos quadradinhos de “terror” com trinta e oito anos – ou coisa assim - que, li ou vivi noutra encarnação… Homessa! Confesso que estou atónito com esta minha capacidade de “explodir” e sujeição de me colocar a propósito de levar o coice de uma besta. O que nos tempos que correm não é nada difícil. O futebol anda a dar comigo em alienado… Um camarada meu que agora anda com os Gregos, disse uma vez na televisão que - “um vintém é sempre um vintém e um cretino é sempre um cretino”. Já li tanto livro sobre futebol e não sei a que táctica, ele se refere. Será a propalada táctica de “tudo ao monte e fé em deus”. Ou será que agora na Grécia, vai escrever um livro de divagação filosófica sobre o assunto! Os maiores pensadores da universalidade do pensamento advêm de tal Pátria.
... ... ...
O karaté nasceu lá pela China, Japão e outros países do Oceano Pacífico… A sua universalidade poderia ter competido com o prato mais tradicional da esfera Universal. Há historiadores que afirmam categoricamente que tal Arte Marcial nasceu antes de os convivas encherem os caçoilos de vinho. Pois engoliam bastante dessa substância líquida, antes de taparem a cabra e os gritos e malabarismos resultam daí. Será verdade? Amigos não o, sei. Mas a coisa agora está mudada e os mais pequeninos não se dão a esses actos de libertinagem enóloga nem os seus cinturões do mais fraquinho ao mais forte, o enfatizam. Seguindo o pensamento destes historiadores… depois de vem refinada hoje é uma arte das mais nobres no controle da mente e do espírito. Por isso, os atletas andam descalços, aguentam três a quatro horas sem comer, e a ver passar os abruptos de qualquer perniciosa democracia, a seu lado sem lhes passarem cartucho, direitinhos para uma mesa recheada de guloseimas só para determinados animais de raça. Eles que chuchem no dedo. Digo eu…
Mas ainda bem, que acabei agora de tomar as gotas todas… e julgo que tal texto se as tenho tomado certinhas não era escrito, desta maneira. Seria mais afoito e com mais índices de referência. Ou não! Confesso que estou confuso.
Por favor, digam-me de quem pretendo falar!?
Raios me partam se eu o sei…
ALBERTO DE CANAVEZES