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sábado, 4 de fevereiro de 2012

QUEM FALA ASSIM É: - "DINOSSAURO"

"Jaime Soares, o mais antigo autarca português, não tem problemas em criticar a reforma autárquica que está em estudo: "Considero a lei aberrante e antidemocrática", disse ao Expresso.


Para o presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, eleito pelo PSD, "está a retirar-se aos cidadãos o direito de escolher quem administra as autarquias". O autarca concretiza: "A democracia trouxe-nos a liberdade de tomar as nossas opções."


Jaime Soares sustenta que a limitação até três mandatos para os autarcas só faria sentido "se todos os cargos da Administração Pública fossem abrangidos". Recordando, por exemplo, o regime dos deputados e dos dirigentes regionais, onde não existe limitação, o autarca defende que "a lei devia colocar todos no mesmo patamar".


A possibilidade de um autarca, no fim dos três mandatos, se candidatar a outra Câmara, leva o presidente de Vila Nova de Poiares a perguntar: "Ao fim de três mandatos as pessoas perdem as qualidades ou mudam? Se não serve para uma Câmara, não serve para outra".


"Autarquias fazem com um euro aquilo que o Governo faz com quatro"


Recusando aceitar que se considerem os autarcas "como os maus da fita", o membro do PSD diz que "esta lei foi feita em cima do joelho" e que "há um lobby por detrás da mesma".


Acusando "os governos de atirar a desgraça do endividamento para os municípios", o mais antigo presidente de Câmara português diz que as autarquias, mesmo com cortes, "fazem com um euro aquilo que o Governo faz com quatro".


Jaime Soares sai em defesa das Câmaras Municipais e esclarece: "As autarquias foram, em Portugal, a alavanca do crescimento, cativaram investidores e criaram postos de trabalho".


Ao fim de quase 40 anos de liderança, Jaime Soares acredita "que o poder central está cada vez mais poderoso" e "que esta já não é a revolução do poder local".”


EXPRESSO 04/02/2012


Concordo com o sr. Autarca em questão, quando diz que deveria ser para todos os cargos da Administração Pública.


Nunca estive tão de acordo com o sr. Autarca… … … (bem prega Frei Tomás, faz o que ele diz, não o que ele faz). No entanto dou ênfase a uma frase que fiz o favor de sublinhar no texto original. Mais uma cambalhota de 360º “degraus”.


JORGE GONÇALVES

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A cobarde das 19:56 horas. Uma ressabiada...

Ando a receber telefonemas anónimos com alguma frequência. Hoje pelas 19:56 horas, atendo o telemóvel e alguém ressabiado, ao meu, estou, retorquiu: “enganei-me num número”. Voz de mulher com sotaque…


Querida se quiseres alguma coisa, só estou disponível quando estiver distraído, ou aquando da descarga do autoclismo. E outra coisa se não fores cobarde – que o és – fala-me com carinho e diz-me quem és. Senão vais gastar muito dinheiro no telemóvel. E podes não ter dinheiro para as tuas mezinhas e artimanhas.


Deixa-me em paz. Reles criatura. Horrenda cidadã.


Para ti e pessoas como tu o meu desditoso desprezo.


Não temo as tuas bruxarias e candomblés… Tenho almas boas que me defendem. Entre o meu Pai, Jesus e tantos outros.


ALBERTO DE CANAVEZES/JORGE GONÇALVES

Uma Luz... sobre a Reforma da Adminstração Local!

Já existe alguma luz, sobre a Reforma da Administração Local. E logo à cabeça não concordo com o privilégio dado a 29 Municípios com quatro ou menos Freguesias que não são obrigados a qualquer alteração. “As 283 Freguesias com menos de 150 habitantes vão acabar”, concordo mas pode-se ir mais além… nas zonas urbanas vão se reduzir entre 50% a 55%. Por zona urbana o Governo entende serem zonas com mais de 2000 habitantes. Pretende reduzir 35% das Freguesias Rurais. Em 72% dos Concelhos, com pouca densidade populacional as exigências são mais “ténues”. Nas zonas urbanas têm que reduzir 50% mas no restante território apenas um quarto das Freguesias.


Quando a Lei entrar em vigor os Órgãos Autárquicos, são obrigados a enviar uma proposta que pretendão implantar em cada Concelho, para a Assembleia da República. Caso não o façam de livre e espontânea vontade, será efectuada uma Unidade Técnica, constituída por Membros do Governo, da Assembleia da República, da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) e Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que elaborarão uma proposta, para ser ratificada em Assembleia Municipal. Tendo como prazo de resposta 15 dias. Caso não passem “patavina” à missiva apresentada, “segue caminho”. Pelas estimativas do Governo serão reduzidas cerca de 1390 Freguesias… mas carece de maior e melhor precisão. Existem incentivos para as Freguesias que voluntariamente se anexarem as quais receberão um bónus de 15% das transferências do Estado, cuja majoração é pelo período do próximo mandato. Para o Municípios que sigam o mesmo diapasão, usufruirão o mesmo.


Numa segunda fase, de acertos e de “eficiência logística”, as coisas pode ter outros contornos… Existem 38 Municípios, cuja viabilidade económica está em risco de colapso. E para estes – aonde se inclui o nosso famigerado Concelho – em vias de insolvência a anexação é uma hipótese a ser considerada. Tal como o venho a denunciar no meu Blogue.


Acho que se pode ir mais longe. O que sou obrigado a insinuar que o “Bloco Central” está a contar os cêntimos para alimentar os Partidos Políticos e não com a preocupação de combater a adiposidade das despesas que são fomentadas pelos nossos impostos. Continuo a defender que as Freguesias instaladas nas sedes de Concelho não se Justificam. E que em Concelhos como o de Vila Nova de Poiares não se justifica nenhuma Freguesia. As aldeias mais distantes da Sede de Concelho não estão a mais de 20 km. Temos que caracterizar os Concelhos pela sua área e densidade populacional. E muitas das Freguesias existentes podem continuar a existir como tipo: Loja do Cidadão. Não com eleitos, mas com pessoal excedentário dos Municípios, com funções meramente administrativas. Sempre ficam mais económicas. Só com o vencimento de quem querem mandar para o desemprego. Temos que ter também uma visão humanista nas vertentes individual e colectiva.


JORGE GONÇALVES

Ser inocente por ser culpado! Ou culpado por estar inocente?

Nada me move contra ninguém. Agora temos que ser rectos e ponderados nas assinaturas que de livre e espontânea vontade, escrituramos como testemunhas que descrevem imóveis de interesse da causa pública. Esta escritura do “Baldio” de Vale do Penedo, é uma atitude inopinada e imponderada, que lesa o estipulado pela LEI, e o legado de terreiro público. Vasta confrontar documentação para se verificar as incongruências que motivam a nossa indignação. Na falta de Assembleia de Compartes… pesquisem nos arquivos das referidas Freguesias e nos arquivos do Município desde “tempos imemoráveis”, os documentos que se referem a tais imóveis.



Em relação a duas das testemunhas, considero que o fizeram em boa fé e pelas informações que lhes foram dadas. Quanto a uma outra, coloco reticências, pois todos sabemos os seus intentos políticos… Quanto à mandatária do Município que ostentava uma procuração de representatividade, preconizou tal iniciativa baseada nas informações que lhe foram entregues em papel. No entanto nada a deixa de responsabilizar por tal atitude. Se foi induzida em erro – na minha consideração como cidadão – só lhe resta uma de duas atitudes. “Recalcitrar” numa reunião do Executivo Municipal o porquê de tal situação. E passar a Vereadora Independente. Ou pura e simplesmente suspender ou renunciar ao mandato que o povo lhe delegou. Se fosse comigo passava a Vereadora Independente. Porque a Sra. tem muita categoria, para se deixar ser “menina de recados e tarefas” quando “agrada” ao Sr. Presidente do Município. É público e deve estar exarado em Acta do Executivo, que o mesmo lhe retirou alguns poderes – senão todos – que lhe delegou. Tenha essa coragem se, se julga “embarricada” e usada…



Poiares na Cidadania, não é um chavão, nem um clubezito de indivíduos tendenciosos. Poiares na Cidadania são todos aqueles que não se revêem, nestes “averbamentos de trabalheiras” de que somos vitimas. Enquanto por cá andar, seja quem for a pessoa ou as pessoas que denotarem estas mesquinhices de se deixarem tornar “matraquilhos”, não lhes darei tréguas. Chega do “nacional porreirismo”; ou “ele é meu amigo”; ou “devo-lhe favores”… Porque ele não é o mesmo dos seus dois a três primeiros mandatos. Está diferente. Já não é “povo”… Perguntem a muitos dos nossos concidadãos das Aldeias mais distantes e não só, há quanto tempo ele não aparece por lá, para os escutar ou até os cumprimentar? Não tem tempo. Anda noutras aventuras.



JORGE GONÇALVES

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

“Usucapião”

Usa o capitão?


Usa o pião?


É um termo formidavelmente para rimar com inúmeras figuras de estilo num poema com muita métrica, como por exemplo:


- Usucapião / “ agarra que é ladrão


- Usucapião / “lá se tira da plebe o pão


- Usucapião / “ um varejo de terra metido á mão


- Usucapião / “ não é dos compartes, é do aldrabão


- Usucapião / ” eu quero, posso e mando, não me digam que não


- Usucapião/ “os atestadores o fizeram em boa fé e coração?”


- Usucapião/ “uma entrada com os pés quando, deveria ser com as mãos


- Usucapião/ “ há dez anos seguidos que o Futebol Clube do Porto faz a ostentação da taça do campeonato de Hóquei em patins como Campeão.


- Usucapião/ “ este ano, o Sport Lisboa e Benfica em Futebol pode ser Campeão.


- Usucapião/ “o Sporting Clube de Portugal está numa estagnação... Mas é também um Clube Campeão.


Eu sei lá os poemas que se podem fazer com a rima a acabar em “ão”?


- Um Milhão!?


- Um Bilião?


- Um Trilião?


- Um Quadrilião?


… … … … …


- Haja tinta, “escreva-se” direitinho como no Cartão de Cidadão para não haver borrão. Se acontecer usem o mata-borrão.


Sabem que uma falsa confirmação e participação… podem dar, prisão?


Haja coração!


Será que deram o passo certo para rematar para um golão ou para receberem um cartão vermelhão?


Em Vale de Penedo, passa lá a pastar cada cabrão, não fosse-mos a capital Universal da Chanfana e da entronização.


- Usucapião em terreno “vão”, só vai dar Confusão.


- Esperem… vão ver ou não se eu tenho razão?


- Todos partilhamos o mundo na ilusão do termo: irmão. Pelas testemunhas oremos uma oração...


ALBERTO DE CANAVEZES

O “mistério público”… Alforria … … … II

Quando ontem cheguei a um determinado sitio, para “expor” as minhas angústias, deparei-me só com um papel do dueto, que tinha entregado, que por sua vez se torna um terceto, porque um revela só um tipo, e um expõe dois sujeitos. E, este último o mais pesado. (Tinha mais letras) Embora mais antigo não constava no debate. Como tinha um autenticado… ficou este em cópia, aconchegado ao que estava sozinho. Confesso que fiquei surpreendido. Estupefacto, mesmo. No entanto admito que entre tantos papéis e papeladas o seu paradeiro esteja por lá. Tanto manuseio e tantos volumes … não são fáceis. Mesmo nada fácil.


ALBERTO DE CANAVEZES/JORGE GONÇALVES

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O “mistério público”… Alforria: ... ... ...

1. No dia 30 de Setembro de 2011, eram 12 horas e 13 minutos e não sei quantos segundos, recebo uma chamada a pedir satisfações… À tarde entre as 16 horas e 58 minutos, tive um encontro com o tal indivíduo que durou até às 17 horas e 3 minutos. Com um “vai-te foder” pelo meio (já nos descontos do diálogo).


2. Num repasto, que não sei se diurno se noctívago houve um indivíduo que exclamou” existem dois indivíduos em Poiares que se lhes poder fazer a folha…” …eu sou um. O Outro é… (?)


3. Anda um indivíduo num veículo de quatro rodas que cada vez que passa por mim faz de quando em vez, senão sempre – gestos obscenos – virados para mim. Como ando muito de mota posso “levar com ele em cima”.


Sobre estes três itens posso dizer que estão no sítio certo e adequado. Temo pela minha integridade física e dos meus familiares mais próximos. Assim como me sinto coagido na minha liberdade literária e de expressão.


Agora mediante as andanças haverá danças.


Agora conforme o tempero das interpretações, declarações e conclusões, haverá o ruído e confusões inerentes às minhas “cogitações”, “indisposições”, “observações”, “audições”, “testificações”, “documentação” e prospecção.


Existe por aí ou por cá (como o queiram expressar) muito boa gente (?) que se julga detentores da verdade absoluta e do ritual: - o meu belo prazer. Ele padroniza o módulo e método de se ser cidadão. Comigo, tais diatribes não acolhem alojamento, tão pouco submissão.


No meu Blogue, escrevo o que a liberdade da minha cidadania me permite por Lei. Considero-me um escritor; filósofo; poeta; ficcionista e romancista. Não fomento a devassa da vida privada. Exprimo o quotidiano da universalidade que nos aflige. Tenho o direito a opinar; a pedir explicações; a desafiar que a temperança da causa pública tem que se tornar transparente e com a probidade adequada. E, é aqui que nasce a minha angústia e inquietude. Sinto-me ameaçado pelo constrangimento e pela interpretação dados aos meus escritos…


Independente das tormentas ou problemas pessoais que possam advir desta minha iniciativa, jamais me calarei na denúncia do que considero anormalidades e ilegitimidades. Da pouca transparência de determinados actos perpetrados na causa pública. Em suma, chega do porque sim. Do porque não. Porque eu quero. Porque eu não quero.


Um vosso escravo na procura da nossa identidade e cidadania perdida.


ALBERTO DE CANAVEZES/JORGE GONÇALVES