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terça-feira, 3 de julho de 2012

Aonde começa a vida e o seu dia?

Jonathan Antoine & Charlotte Jaconelli
Ter talento e ser fiel a uma amizade… é ser-se enorme, também. Que dupla. Tão jovens.  
Adoro... Adoro... Este Jonathan Antoine. Faz-me arrepiar. Lembra-me o ego da alma que se perde e que de regresso nos espreita. Encontra-se em si… algures entre a maviosidade, perenidade e exalar de Enrico Caruso, Luciano Pavarotti, Plácido Domingo, José Carreras e Andrea Bocelli… Charlotte Jaconelli vive a sua sonoridade com requintes que se apartam e agraciam junto a vozes como Maria Callas, Luisa Todi, Teresa Cardoso de Menezes, Sumi Jo… 
A emoção que desfruto ao ouvir o seu linguajar, faz-me sentir tão tranquilo, tão perene. Que ouso reprimir-me, contradizer-me e comunicar-me: - porque havemos de morrer se o paraíso tem voz, o céu a melodia e o inferno a provocação em medidas exactas na terra!
Assombroso. Espantosamente inadmissível. Indefectivelmente sou fã.  
ALBERTO DE CANAVEZES

domingo, 1 de julho de 2012

EU, SOU UM TEÓRICO.

A Espanha é a justa vencedora do Europeu de Futebol 2012. Campeã em 2008. Campeã Mundial em 2010. Uma façanha inigualável. Um triple único, histórico e quase intransponível. Já tinha sido campeã europeia em 1964. Três títulos europeus. Um Mundial.     
A cartilha de tal faceta… foi copiada por um projecto preconizado por ilustres Lusitanos. Escuso-me em falar em nomes mas os eruditos da maledicência e do preceito de nos darem ao tosco que coscuvilhem. Posso dar uma dica, noticia – tipo denúncia - que foi fresca no “Correio da Manhã”…  
A Espanha não é só um portento no Futebol, é-o, a toda a escala desportiva. Vejam os seus resultados desportivos em todas as modalidades individuais e colectivas e desdigam as estatísticas. Lançaram projectos por compromissos de objectivos e hoje desfrutam da sua sagacidade e capacidade de exigência.
Resta-me a consolação que a única equipa que fez vergar a espinha e fez subir a adrenalina aos Espanhóis foi a Selecção Portuguesa, treinada por um treinador só com oito anos de actividade da arte. De sua graça, Paulo Bento. Um imaturo para os bravos das críticas, dores de cotovelo e desdém (e demais analogias).
Olhamos a idade média da selecção Espanhola e mais de noventa por cento dos actuais Campeões Europeus, vão aborrecer “ os dados ao tosco” em 2014 no Brasil.
A nossa Selecção Nacional sofre do mesmo mal. Os afoitos da desgraça que a estimem e acreditem nas suas capacidades. Não é a nossa melhor Selecção em individualidades mas a melhor no seu colectivo. Mas com afecto, aplausos e pensamento positivo pode-se tornar uma equipa coesa e deveras proficiente.
Agora três reparos:
1.       O eterno, Mestre e Jubilado Cidadão das Comunidades Portuguesas e do Mundo, Mário Wilson, colocou a Associação Académica de Coimbra a jogar um Futebol de rendilhado de passe curto na procura do espaço vazio…. O chamado actual: - “Tik/Tak” Mérito para a sua sabedoria. A primeira equipa do mundo a confeccionar tal bolo com a cereja em cima. Com Atletas normais e comuns…  Como sou muito mentiroso… vão há história do Futebol Nacional e desdigam-me por favor.
2.       A Selecção Espanhola joga em 1X4X6. 1 G/R – 4 Defesas - 6 “Médios”. O portador da bola faz a equipa evoluir para a transicção ofensiva num desdobramento apoiado… sempre em superioridade numérica… … … Tão simples como isso. É a minha opinião. Riam-se os secos e molhados da tribo do futebol.
3.       Este dominar Espanhol - para a Europa, muito em particular para Portugal (politicamente) - veio congregar autonomias e consolidar a Pátria Espanhola. A nossa balança comercial, agradece. O retalhar a “terra” que nos aparta do resto da Europa, era o caos para nós. Era o suplício para nos solicitarem outros e demais sacrifícios.

A, Vicente Del Bosque, a bonomia em pessoa. Um campeão dos maiores campeões. Para, ele um abraço de respeito. Admiração. E deferência.
Um “estás ai “para o “Filosofo” do Futebol, Pepe Guardiola. Um “agregar ao mérito” para o “Estratega” de Futebol, José Mourinho. Metidos nisto directamente. Um reconhecer de mérito para Diego Simone, Treinador vencedor da Liga Europa e para o Marcelo Bielsa, Treinador derrotado. Que estão metidos nisto “implicitamente”.
Aqui… Num canto dado ao só haver um meditabundo… entre muitas coisas… custa aceitar que na “formação …” – já quase trintona - só tenha saído um Atleta ao mais alto nível. (Provindo de outras “teorias” … dos, que mesmo, que estivessem a jogar na rua já denotavam tal desiderato…) Com uma palavra de enorme apreço pela “teimosia” dos pais. O resto é para espremer e dar ego a treinadores. O 2º é o primeiro dos últimos. A formação é para ensinar… potenciar… e doar… (aos seniores).
Existem uns que partem e regressam… mentalidades. É só para vestir a camisola da maior Instituição Nacional da Região. Serem espremidos para contribuir para a Taça na prateleira… Encher o ego dos papás e mamãs. Os Atletas – Os Jovens – como refrigério, ficam com reminiscências para contar aos netos, a preto/preto.
Sou um espontâneo. Um grande idiota, mesmo. Teórico… fixo.
Mas afirmo que a minha sede nunca é do tamanho do vasilhame. Tanto pode ser só de um copo, como de uma garrafa e um copo.
Para os secos e molhados, aquele abraço teórico.
Apetecia-me escrever mais umas coisas. Mas o que fica por dizer será o melhor deste texto.
ALBERTO DE CANAVEZES

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O PARANORMAL SR. PLATINI… NO NORMAL FULANO QUE É ADEPTO. EU. (NÓS). Y

  
ULTIMA HORA:
O Sr. PLATINI está com azia devido a um desarranjo intestinal. Deram-lhe (comeu) muita Pizza… O, que vale, ainda pode superar a inflamação com a Paella Valenciana que pretendia conjugar com a Cerveja da Baviera na ceia de Domingo dia 01 de Julho 2012. Por sinal o dia da Final do Europeu 2012. Resta - lhe só a Paella e a malfadada Pizza… Ou alguém muda de prato ou o batoteiro vai ter que engolir em seco.
Pode optar pelas bebidas tradicionais: - Sidra ou a Sangria de “nuestros hermanos” ou pelo Limoncello e Sambuca de “ i nostri fratelli”. Caso não haja um consenso para o líquido a colocar na mesa em troca por um dos pratos, eu arranjo maneira de estimular “notre ami” a ir sorver a água da “sarjeta”… somos todos latinos. A malta vai-se entender.      
A Sra. MERKEL prepara-se para novo saque aos países periféricos da Europa. A troika - a seu mando - prepara-se para nos surripiar mais um caldito. A Itália que se prepare para um resgate bem taxado. Vamos reembolsar caro pela eliminação dos espadaúdos “parcimoniosos” Germânicos.   
Jorge Gonçalves

O PARANORMAL SR. PLATINI… NO NORMAL FULANO QUE É ADEPTO. EU. (NÓS). IY

NÃO GOSTO DE VITÓRIAS MORAIS. PERDEMOS.
PARABÉNS MUITO SINCEROS A ESPANHA.
PARABÉNS APÓCRIFOS PARA O SR. PLATINI.

Agora que caímos nas marcações das grandes penalidades frente à Espanha, saibamos levantar a cabeça e dar o parabéns aos Espanhóis.
Assim como ficarmos orgulhosos da prestação dos nossos rapazes, neste Europeu.
Não tivemos a pontinha de sorte – que julgo - que merecíamos. Levamos mais uma bola ao ferro e a bola que nos retirou do Europeu 2012 necessitou de bater nele para entrar.
O árbitro tentou passar despercebido, não fora um “Stop” ao Nani… e uns “prémios” amarelados ao nosso sector defensivo… Esteve dentro do previsível e do condicionalismo possível. Nada que nos colocasse grandes obstáculos. Por ele a coisa não ficou muito inclinada…
Paulo Bento foi um distinto líder, soube estar tranquilo, excelente cavalheiro e demonstrou ser uma grande Treinador de Futebol. A sua Conferência de Imprensa foi um acontecimento que nos deixa profundamente orgulhosos. Soube perder com dignidade. Não arranjou desculpas esfarrapadas. E coerentemente denunciou que vai apontar o dedo aos “mal-educados” e falar de tudo sem restrições… Numa escala de valores o tope da nota máxima. Parabéns. Grato pela sua deferência.
Agora do indecente, chauvinista, jacobino e batoteiro Platini temos muitas observações a fazer. E como resposta inteligente, usemos as palavras do nosso Atleta Custodio. Numa de uma perspectiva - “de um falar de dois entenderes”.  
- “O médio Custódio realçou que todos fizeram aquilo que podiam para tentar vencer a Espanha, mas que não foi possível na lotaria das grandes penalidades.
«Fizemos o que era possível. Acreditamos na nossa capacidade para vencer, só que acabamos por perder na lotaria das grandes penalidades. Parece que desta vez o polvo acertou e a Espanha está na final», afirmou Custódio
.” (Retirado do Jornal “A Bola”, dado ao prelo após o jogo). 
Desabafo elucidativo e apropriado. Uma forma diplomata e subtil de podermos dar, um bom, pontapé no rabo, do trapaceiro Sr. Platini.
Não me conformo como adepto, por tal desleal criatura, expressar as suas preferências para a Final deste Europeu. Repito pela enésima vez, que como Presidente da UEFA tem que ser imparcial. “É como a mulher de César que se diz séria mas tem que parece-lo, também”.
Hoje tenciono ver a Itália – Alemanha. Vou torcer pelos Italianos. Os alemães nesta conjuntura social e política actual, fazem-me lembrar os “troikanos”. Os gajos, que disseram ao nosso pausado e insosso Ministro da Finanças para nos roubarem o subsídio de férias e de natal, entre outras miudezas… e que nos obrigam a apertarem o cinto e a passar privações até ao osso. Vivem das gorjetas que recebem… esmolando-nos os juros a bom preço… A Sra. Merkel - a tirana do mercado - além de não expressar o feminino no esplendor que preconizo – é desengraçada - cria-me engulhos de boca. E porquanto, parece-me muito íntima do Sr. Platini. Tocam-se muito quando vêem os jogos da Selecção Alemã. Se passarem os Alemães para a final – como o programado pelo batoteiro do Sr. Platini – serei um adepto da Selecção Espanhola.
Creio que na final vai-se registar o bocejo do árbitro Pedro Proença.
O adepto da tribo do futebol,
Jorge Gonçalves

terça-feira, 26 de junho de 2012

O PARANORMAL SR. PLATINI… NO NORMAL FULANO QUE É ADEPTO. EU. (NÓS). III

O politicamente correcto não é comigo. O destituir-me das minhas convicções, princípios e ideias só para agradar aos indivíduos presunçosamente empoleirados, está longe das minhas cogitações e tarefas do dia-a-dia … … … O mundo está como está por causa disso. Os empoleirados pensam, os medianeiros anuem e a populaça é escravizada. Porque quem fica entre os extremos – empoleirados e povo – só olha para o seu umbigo, na expectativa de ser um mutante de empoleiramento, também… guerreiam-se entre si até emergir o mais envernizado, “azeitadinho” e engraxado. E assim segue a musica no vira o disco e toca-se o mesmo lamiré.
Em 1966, no Campeonato do Mundo realizado em Inglaterra, de um dia para o outro, fizeram-nos andar de malas às costas – para jogarmos as meias-finais com o país organizador (o citado) – de Liverpool para Londres... Num Pais dado ao diferente – andam pelo dando esquerdo da estrada (entre outras “desconformidades”) – e onde a celeuma da ética e bons costumes foi só fachada. Foram Campeões do Mundo com um cheiro a deslealdade desportiva. Em tal má hora o fizeram que depois disso, quedam-se sempre, pelas grandes penalidades nas grandes façanhas futebolísticas. Estão excomungados. Que fiquem assim por muito tempo.   
Agora o tipo que já nos chamou “batoteiros”... Que nos insultou já por inúmeras vezes tanto como Pátria, Povo e Adeptos do Futebol – o chauvinista e jacobino Sr. Platini, famigerado presidente da UEFA – ousa:
·        - Ter Selecções preferidas para jogarem a final. Alemanha / Espanha. Atitude que condiciona uma imagem de verdade desportiva e que fomenta uma pressão concomitante sobre a arbitragem.
·         Consentir que nos impinjam um árbitro Turco Cuneyt Cakir… “amigo” dos Espanhóis. Houve jogos em que apitou a “roja” que prejudicou os seus adversários, escandalosamente. Realço, também que o presidente do Comité de Árbitros da UEFA é Espanhol e o Vice-Presidente é Turco… amigo do Barcelona e da UNICEF.
·        Permitir que uma armada de Jornalistas Espanhóis fique no mesmo Hotel aonde está instalada a nossa Selecção Nacional. Coisa que os próprios jornalistas Espanhóis publicamente denunciam e estranham.  
Já vamos para o jogo condicionados com “excepções” que espantam os homens honestos e desportistas na acepção da palavra, independentemente da sua Nacionalidade.
Este Sr. Platini é um batoteiro refinado que necessita que o chamem à razão. É um tendencioso e pernicioso agente desportivo.
Como adepto – depois da sua sentenciada final – posso esgrimir o que me provier na defesa de tudo que nos acontecer amanhã. Se ultrapassarmos a fortíssima Selecção Espanhola, direi:
 - Estamos na final contra tudo e contra o Sr. Platini e os seus… todos interesses.
Se perdermos – de goleada ou um a zero - exclamarei aos quatro ventos:
- Já estava a panela feita e o testo para confeccionar o banquete do Sr. Batoteiro Platini e os seus pares.
Temos que conferir que este Sr. Batoteiro foi eleito pelas Federações de Futebol dos Países Europeus. No entanto foi para garantir o bom funcionamento da verdade desportiva e para manter equidistância. Na minha opinião deve ser corrido de lá para fora, mesmo que o seu vaticínio aconteça, ou não. Senão fica demonstrado que existem interesses obscuros, que ninguém sabe explicar e combater - também – no Futebol.   
… …
Extra, esta ultrajaria toda, quero que Portugal jogue com o seu “Y” escorreito, concentrado e audaz.”Adjudique” um bloco alto e pressionante. Jogue compacto entre linhas. Seja autoritário na zona de construção, trabalhador e criativo na zona de criação e que seja tremendamente eficaz na zona de finalização. Que Rui Patrício, cimente as nossas redes. Que Pepe continue como até aqui. Imperial. Que Miguel Veloso seja uma abelhinha laboriosa, Rui Meireles e João Moutinho os filtros contra o “veneno espanhol” e que Nani  e Cristiano Ronaldo sejam o vento que desmorone as velas da armada opositora. Fora o “Y”… que João Pereira, Bruno Alves e Fábio Coentrão balanceiem nas nuances do jogo com a competência que denunciaram até aqui e que Hugo Almeida, não se dê à marcação e seja a âncora pendular nas transições quer ofensivas quer defensivas. A minha costela de treinador de bancada daria este lugar a Nelson Oliveira. Julgo-o mais móvel e mais empreendedor para ajudar nas alas, muito em particular para equilibrar o nosso lado esquerdo…  
Se jogarmos assim a vitória não nos foge… muito menos o Sr. Platini, nos, a, roubará. (muitas virgulas para ele compreender).
Já agora, que Vicente Del Bosque jogue com o Torres na frente. Creio que a nossa defesa tendo alguém como referencia para marcar sentir-se-á mais personalizada.
Se tivermos engenho, arte e a sorte em doses “qb”de marcar primeiro e nos minutos imediatos não sofrermos a “remontada”… já me vejo em Kiev.
Já que aos minutos a passarem a Espanha vai dar-nos mais alguém para o seu ataque como referência de marcação… e assim o “tic-tac” perde solidez.
Sr. Platini, eu posso ter estes devaneios. Sou um adepto comum. O Sr. não. Entendeu, agora porquê!? Ou quer que lhe faça um desenho?
Confesso que não o julgava tão – pouco - burro…  
Atentemos e estejamos atentos. Eu estou confiante.
Jorge Gonçalves

domingo, 24 de junho de 2012

O PARANORMAL SR. PLATINI… NO NORMAL FULANO QUE É ADEPTO. EU. (NÓS). II

A minha preferência e inventado vaticínio para as meias-finais do Euro 2012 - “já era, foi-se”. A Selecção Nacional Francesa fez as malas e “ala que se faz tarde”. O meu prognóstico esfumou-se. Outra realidade emerge do meu “erro de cálculo” – Espanha. A realidade é essa. Boa realidade – diga-se - já que temos que jogar a meia-final. Como tal, temos adversário, para jogar noventa e picos minutos, ou para jogar, cento e vinte e qualquer coisa minutos, ou para efectuar pontapés de grande penalidade. Iremos suar a camisola para tentar diluir as intenções do Sr. Platini.
Antevejo um jogo tremendo. Um jogo tenso. Um jogo de muita adrenalina que obviamente cultiva um pendor mais tendencioso no prognostico para a Campeã Mundial e Campeã em titulo: - Espanha.
Sr. Platini, eu posso dizer isto e escrever, o, Sr.com a vestidura que traja, não. Assim Sr. Platini estarei atento ao seu, semblante, e muito em particular ao seu anti-portuguesismo bafiento, quando se fizer circundar pelas altas individualidades dos dois Países. Aconselho-o a não se descuidar e assentar mais de costas para uns do que para os outros. Isso pode ser um sinal… No entanto também posso decifrar que se estiver assentado direito na cadeira esteja a preconizar o inicio do seu “plano B”. Em suma Sr. Platini, usarei cognitivamente a parte aleatória e imprevisível – em que um jogo colectivo é fértil – para o mimosear com “devaneios” porque sim e porque me apetece. O senhor – no figurão que luxa - pôs-se a jeito, para isso.
Aguardo uma excelente arbitragem – se houver coisa – quero uma igual ao jogo da Croácia/ Espanha. Pender sempre para o mesmo lado, entre muitas interpretações que origina, também contribui para dar muito nas vistas. Depois do que o Sr. “engodou” outra alternativa não nos resta, senão lançar a cana com o anzol e pescar a frase: “ além do sopro do árbitro a cirandar no apito, aqui há dedo do Sr.”.
Que “as piscinas” – leia-se, quedas – de todos os jogadores sem excepção tenham a mesma interpretação. Normalmente existem umas “prima-donas” no meio da sala - leia-se meio campo - que ao mais lento… vento, desequilibram-se. Aqueles executantes de eleição que são oriundos, daquele Clube que tem sempre 14 jogadores “muito melhores” que o nosso Cristiano Ronaldo. Esses craques, quando manietados, atiram-se para o chão. Creio que por birras. Ou coisa assim…
Desconfio que antes de o jogo começar deveríamos verificar com exactidão científica, se o campo oscila em inclinações para a baliza do Rui Patrício e se as suas dimensões aumentam após os seus ferros constatarem o odor da sua presença! Existe muita tecnologia nestes novos estádios de futebol. E o Sr. Platini a assobiar para o ar… a arguir um arbitro da linha da baliza de ser um cegueta. Porque é contra a tecnologia se intrometer a corrigir erros que colocam a verdade desportiva em causa… já que muitas vezes eles persistem por negligência humana.  Dá jeito, não é Sr. Platini? Mas olhe que só retarda o que obviamente é o óbvio.
Também anui, do meu dizer, Sr. Platini que tenho uma parte considerável de idiotazita. Mas eu sou um adepto corriqueiro da tribo do futebol. O Sr. não. Deveria dar-se ao estatuto.  
Em suma, faça o que o Sr. fizer, é, sempre da minha parte susceptível a ser criticado e colocado a lavar sempre com a roupa suja.  
… … …
Jorge Gonçalves

sábado, 23 de junho de 2012

O PARANORMAL SR. PLATINI… NO NORMAL FULANO QUE É ADEPTO. EU. (NÓS).

Independentemente do que nos provier nas meias-finais do Europeu 2012, fica-nos uma certeza para enroupar o nosso orgulho de Nacionalidade e povo. Interpretando na sua plenitude a belíssima letra da “Portuguesa” - o nosso Hino – e usando a sua mensagem para enfrentar o pernicioso Michel Platini que não ousa esconder a sua tendenciosa personagem em prol de interesses que só o próprio entende. Dando o corpo para fazer passar um recado e condicionar a fluidez desportiva e das arbitragens. Pretende uma final: - “ Alemanha – Espanha”. Com que intuito e com que finalidade?
Assisti ao Alemanha – Grécia e tal indivíduo, não conseguiu disfarçar um certo conforto ao desenrolar dos acontecimentos. A Alemanha ganhou categoricamente. E caminha para o lugar que ele pretende. Mas se não fosse assim!? Havia plano “B”?
Não entendo como as outras Selecções presentes nos quartos de final, não se insurgiram abertamente contra as preferências públicas do Sr. Presidente da UEFA. Ao fazer tais declarações deixou de ser isento e imparcial. Condicionou o Europeu de Futebol.
O Futebol torna-se belo porque muito do resultado nasce do aleatório e do imprevisto. Se fosse uma ciência exacta, evitava-se todo o “folclore” que o rodeia, e, não havia fase de grupos, tão pouco quartos de final e muito menos meias-finais. Marcava-se só o jogo da vontade do Sr. Platini. A final entre a Selecção Nacional da Alemanha e a da Selecção Nacional de Espanha.  
O Sr. Platini, não é um “amigo” porreiro com quem bebamos uns copos numa tasca e que mande umas arrazoadas para o ar… com cara de inocente. É o Presidente da UEFA que tem que fomentar nos seus discursos e actos equidistância ao desenrolar da prova.    
O seu jacobinismo e chauvinismo primário contra Portugal são básicos, primários e bafientos. Resultam do quanto teve que “espernear” para nos levar de vencida nas meias-finais do Europeu de 1984. Depois aperfeiçoou a coisa para os requintes actuais…
É legitimo pensar, que o Sr. Platini considere que “o trono” que ostenta nos Europeus corra risco – melhor marcador com nove golos – e que Cristiano Ronaldo é uma ameaça para ocupar esse lugar. A Selecção Portuguesa, ainda não usufruiu da ponta da sorte que acompanha os vencedores. Seis bolas nos ferros, quatro delas pontapeadas por Cristiano Ronaldo. Se agora nas meias-finais jogarmos com a nossa identidade e ADN intrínseco tendo como bons fluidos as partes consubstanciadas no imprevisto e aleatório do jogo, acompanhada pelo tal rasgo de sorte que ainda não vivemos, a pretensão inusitada do Sr. Platini pode sofrer uma revês com dois condicionalismos:
1.      O seu recorde de golos pode cair já neste Europeu. Porque obviamente cairá noutra circunstância.
2.       Portugal, contra a sua vontade, está na final do Europeu.
Isso seria ouro sobre azul. E como uma final é para ganhar, jogando-a, habilitamo-nos a isso, pura e simplesmente.
Como adepto, tenho legitimidade – proveito que Platini não possui – para dissertar, que queria que a Selecção de Portugal joga-se a meia-final com a Selecção Francesa. Nada me move contra os Espanhóis, mas é a minha preferência “anti-racional”. A minha geração tem umas contas para ajustar… E temos umas quantas coisas, para arrumar e “arremessar” na cabeça do Sr. Platini.
Para já, só, pretendo pentear o Sr. Platini. Depois, quiçá, desfazer-lhe o seu cosmético e assalariado penteado. É só pose…
Equipa Nacional Colectiva – EXTRAORDINÁRIA - do enorme Pepe e Nani… do “extracto – esférico” CR7, conjuguem esforços para que a minha vontade aconteça. Prometo-vos que não pouparei nas palavras para dissecar o Sr. Platini. Coisa que não vos é permitido… (nem vos fica bem… convenhamos).  
Jorge Gonçalves