TERCEIRA:
1. Foi um erro crasso – se era uma vontade colegial da concelhia do PPD-PSD (?) – não ter levado o seu substituto já incluído na lista de há três anos atrás ao Órgão Municipal. Preparava o “instruendo” e era pacífico o seu abraço na “coisa …”. Quis a sua reeleição a qualquer custo. Dobra na despesa agora. Fica sem espaço para si.
2. Não fez devidamente o trabalho de casa. E como um pândego aluno deixou o estudo para os exames finais mesmo para a última. Como tal, o que hoje é uma intenção, nada leva a presumir que se torne uma realidade no futuro. O eterno improviso. Tem que agora fazer as disciplinas, que deixou para trás, ou seja, tem que regimentar a sua sucessão todo metido na “coisa … “. Não tem campo de manobra para si.
QUARTA:
(continua)
ALBERTO DE CANAVEZES / JORGE GONÇALVES