Olho! Olho-me! E vejo um beijo no meu olhar! Um, serão de ondas e marés Em que desaguei a teus pés. Abracei os teus ais em mim Enrolei-me na tua fadiga Percorrendo o teu corpo sem um alcance e dar um fim repetindo o ser vivo e morto no alvoroço que não te diga! … … … Alberto de Canavezes