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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

POEMA - Hipocrisia de Natalidade.

Que existe uma sede de verdade.


- Isso existe.


Que persiste uma ideia de maldade.


- Isso persiste.


Que subsiste uma onda de desigualdade.


- Isso subsiste.


Que consiste uma farsa de equidade.


- Isso consiste.


Que riste uma conjuntura de falsidade.


- Isso riste.


Que assiste uma ideia sem honestidade.


- Isso assiste.


Que resiste uma força de probidade.


- Isso resiste.



Em que 25 de cada mês nasce quem não desiste!?


Em que 25 de cada mês morre quem foi triste!?


Em que 25 de cada mês vive quem um sopro conquiste!?


Em que 25 de cada mês proclamas a nada que anuíste!?



Se parece um embuste


Não está no nascimento


De Jesus Menino de Nazaré


Por muito que isso custe


O Natal é um acontecimento


No dia quando nasce um bebé.



Porque é que o entendimento de Natal não é anual!


E do verdadeiro “dia espiritual” fazem um carnaval?


ALBERTO DE CANAVEZES