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1 2 3 4 5
+ - X :
bcdfghjlmnopqrst (faltam 3)
Alberto de Canavezes
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
... magna magna.
Ad mala magna magna remedia.
Esse actum sensus communis fidit in fine totius interpretatio? Referantur ad ea diversa quaerentes Deum nostrum propositum. Cur parva capellis et fractionated si possumus testari nostre credulitatis Oecumenico domum!? Nos firmior erit.
...
Nunc cursus rursus creet libertatem.
Vivere magis cognoscitur, quod differentia est summa aequalitas in nobis singulis singulos parit, magis viuere poterit.
Alberto de Canavezes
Esse actum sensus communis fidit in fine totius interpretatio? Referantur ad ea diversa quaerentes Deum nostrum propositum. Cur parva capellis et fractionated si possumus testari nostre credulitatis Oecumenico domum!? Nos firmior erit.
...
Nunc cursus rursus creet libertatem.
Vivere magis cognoscitur, quod differentia est summa aequalitas in nobis singulis singulos parit, magis viuere poterit.
Alberto de Canavezes
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Cueiros de fora de gola alta …
Existem tempos que nunca passam de efémeros pedaços da vida que se dissipam sem honra e sem glória. No entanto existem outros que se convertem em tempos imemoráveis. Doutos registos, que quando vividos na integra decifram a essência de génese humana. Assim preconizo que nessa conformidade - quiçá – ousemos decifrar a história. Sem uma interpretação selectiva mas de uma forma consistente e factual.
Quem se faz ao percurso com uma camisa branca sabe que se habilita a ficar mascarro de suor.
Pode ser que o tempo precise de um aconchego de temperos de outros tempos. Prometimentos de larguras e comprimentos. De altezas e profundezas. Com certeza e singular... Mas por muitas, unhemos o plural.
… … …
Quando eu quiser. Eu explico.
Ok.
(interpretem ou não…)
ALBERTO DE CANAVEZES
domingo, 6 de janeiro de 2013
POEMA - O fel do cindir para reger por engodo
Não gosto de uma única ideia de rezar
Nem tão pouco de uma singular abadia
Sou ecuménico no trilho para a divisar.
O sol quando nasce faz-nos sentir o dia.
Quando o pecado é excessivo, assaz e desmedido
Não achegam todos os piedosos por si num ai
Exige um coro na rua nu e de todo de nós vestido
Num dar de uma fé que atenta o dano que cai.
Aparto. Apartei.
Porque não acredito em capelinhas…
Nem em luzes reluzentes que brilham.
Nem em falsas preces para alminhas.
Nem em cassetes boçais que o cilham.
… … …
Alberto de Canavezes
sábado, 15 de dezembro de 2012
POEMA - ... por onde andas?
Sentei-me num sorriso teu
Coloquei-me no colo do teu olhar
E por onde passava o vento
Rodei à tua volta sem te encontrar.
Meu amor por onde andas?
Julguei-me a teu lado.
Até um pouco para lá do afastado.
Mas mesmo tocando-te…
Não te senti e detive-me preocupado!
Meu amor por onde andas?
Vi -te agora!?
Não o creio com certeza…
E não te creio a meu lugar!
Que tempo sem ti.
Que eternidade viver assim…
Sei que o pulsar do meu coração
Aguilha pesado uma miragem
Carrega dentro de mim
A figura perpétua da tua imagem.
Se andas em mim!
Meu amor por onde andas?
… … …
Alberto de Canavezes
sábado, 10 de novembro de 2012
Fedores e odores bafientos… (1 - !)
Apertaram-me uma calosidade… e doeu.
Existe “algo” na orbita planetária:
Em que existe um “contrafeito” mal-educado – “com um dom qualquer (?) ” - que ousa manietar o percurso das pessoas como se fossem um objecto. Usa e abusa do poder outorgado, para perpetrar os seus achaques contra quem ousa pensar e agir diferente. Engaveta as ideias dos outros e tempos depois por Lâmpada de Aladino, implanta-as como suas, semeando o seu endeusamento e cristalização... Assim como, existem indivíduos emproados que o combatem como perus inchados, nauseados, abeirados aos bordos de uma conduta que não cultivam. São mancebos da causa pública que mandam uns bochechos de “alquimia” da boca para fora e preconizam serem os Richard Gere, de uma nova maneira, romântica, de fazer política. São dos tais que nada fazem em concreto para aniquilar o “tártaro do contrafeito”. Aliás contribuem para esta pasmaceira. Porque desacreditam com os seus preitos retóricos a oposição como alternância de poder. Porque se falar dos seus actos em prol da causa pública, a coisa enfadonha… Nada promovem, nada movem, pouco fazem, muito prometem e nada se mortificam. Quando chamado a contas desculpam-se com a sua vida privada e profissional. Relapsamente deixam-se coabitar.
(Este texto, vai lentamente continuar até moer o qb.)
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