VISITAS

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Todinho e pouquinho…

O despeite de um parolo nunca se traduz no não é… nem no… que nunca foi.
Talvez no que é. Simplesmente alarve.
… … …
ALBERTO DE CANAVEZES

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Tão... tão. Que é tão, tão.


e
i
o
u
1 2 3 4 5
                           +  -  X  :

                                       bcdfghjlmnopqrst  (faltam 3)
Alberto de Canavezes

(?) = @ de ? + ! / 123

Præparate unus plus vigiliaque ...
AC

sábado, 19 de janeiro de 2013

... magna magna.

Ad mala magna magna remedia.
Esse actum sensus communis fidit in fine totius interpretatio? Referantur ad ea diversa quaerentes Deum nostrum propositum. Cur parva capellis et fractionated si possumus testari nostre credulitatis Oecumenico domum!? Nos firmior erit.
...
Nunc cursus rursus creet libertatem.

Vivere magis cognoscitur, quod differentia est summa aequalitas in nobis singulis singulos parit, magis viuere poterit.

Alberto de Canavezes

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Cueiros de fora de gola alta …

Existem tempos que nunca passam de efémeros pedaços da vida que se dissipam sem honra e sem glória. No entanto existem outros que se convertem em tempos imemoráveis. Doutos registos, que quando vividos na integra decifram a essência de génese humana. Assim preconizo que nessa conformidade - quiçá – ousemos decifrar a história. Sem uma interpretação selectiva mas de uma forma consistente e factual.
Quem se faz ao percurso com uma camisa branca sabe que se habilita a ficar mascarro de suor.
Pode ser que o tempo precise de um aconchego de temperos de outros tempos. Prometimentos de larguras e comprimentos. De altezas e profundezas. Com certeza e singular... Mas por muitas, unhemos o plural.
… … …
Quando eu quiser. Eu explico.
Ok.
(interpretem ou não…)

ALBERTO DE CANAVEZES

domingo, 6 de janeiro de 2013

POEMA - O fel do cindir para reger por engodo

Não gosto de uma única ideia de rezar
Nem tão pouco de uma singular abadia
Sou ecuménico no trilho para a divisar.
O sol quando nasce faz-nos sentir o dia.

Quando o pecado é excessivo, assaz e desmedido
Não achegam todos os piedosos por si num ai
Exige um coro na rua nu e de todo de nós vestido  
Num dar de uma fé que atenta o dano que cai.

Aparto. Apartei.
Porque não acredito em capelinhas…
Nem em luzes reluzentes que brilham.
Nem em falsas preces para alminhas.
Nem em cassetes boçais que o cilham.
… … …
Alberto de Canavezes

sábado, 15 de dezembro de 2012

POEMA - ... por onde andas?

Sentei-me num sorriso teu
Coloquei-me no colo do teu olhar
E por onde passava o vento
Rodei à tua volta sem te encontrar.

Meu amor por onde andas?

Julguei-me a teu lado.
Até um pouco para lá do afastado.
Mas mesmo tocando-te…
Não te senti e detive-me preocupado!

Meu amor por onde andas?

Vi -te agora!?
Não o creio com certeza…
E não te creio a meu lugar!
Que tempo sem ti.
Que eternidade viver assim…
Sei que o pulsar do meu coração
Aguilha pesado uma miragem
Carrega dentro de mim
A figura perpétua da tua imagem.

Se andas em mim!
Meu amor por onde andas?
… … …
Alberto de Canavezes