VISITAS

terça-feira, 6 de maio de 2014

Agora, ainda cá estamos todos! Continuam todos!? Ou falta algum?

Da invernação a que me devotei voluntariamente, eis-me de retornança…
Afadigadamente vejam que sou o mesmo… adoro isso em mim, conquanto mais desgastado e próximo do emudecimento físico. Agrada-me tal desígnio de vivência!
Contínuo com momentos de pura lucidez, mas depois volto ao meu normal! (!?)
Eu em mim!

Jorge Gonçalves

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A saga continua... nem Pilatos faria melhor!

Da concelhia que foi usada para sustentar o poder ao longo de quase quatro décadas, por cá, não saiu o fumo branco que o jornal oficial do partido consignava no seu edital. O poder não foi outorgado a ninguém. Deu somente os congressistas para a reunião magna que confirmará a liderança do partido a nível nacional.
Tem muitas leituras possíveis, mas para mim tem uma que é a mais plausível.
Baseada em nunca ter sido um espaço de divergência ou convergência politica sustentada na pluralidade, sempre foi aparelhada para ser manipulada para ter um só intento, ter uma só vontade e possuir um só verbo. Foi (e ainda é) a única concelhia a nível nacional que foi, “vira o disco e toca o mesmo”. O mesmo, mais os mesmos, e/ou os mesmos mais o mesmo! Versão que se ia actualizando - por afastamentos cirúrgicos (mediante a ousadia e questionamentos de uns poucos) - com a obediência cega de uns quantos com fome de protagonismo e temperada ainda, com a contrabalança ingénua de outros.
E, depois, para rematar o cerne da questão, não existem militantes disponíveis para serem trucidados pelo aparelhismo politico que graça aos interesses instalados…   
Agora, porque sim e porque não, fica em banho-maria a sua nomenclatura. Até que a poeira assente… e no seu momento – o mais próximo de condizer o mandato da concelhia com as decisões autárquicas - (o “locatário”), (se a “Mudança Tranquila” não o brindar com as suas responsabilidades e o desarmar), aparecerá como o deus/salvador e impingirá os seus atletas, constituindo consequentemente, a sua equipa. O varão fará a anexação de outros intérpretes e provavelmente manterá alguns de, os mesmos (poucos), mas enroupados por outros fardamentos.    
Assim, eis-me resumidamente, chegados à minha leitura.
Agora sem o conforto fagueiro do poder e de uns quantos (os mesmos) se sentirem “usados” pelo (o mesmo) não houve quem se disponibiliza-se para uma investidura que requer abalizar uma tomada de posse. Não fosse a assinatura ter outros propósitos. Diz o ditado, “que gato escaldado de água fria tem medo”.
Os efeitos analgésicos do poder que cegava estão-se a dissipar e cada vez mais se sente a ausência de uma “liderança” musculada.  
Um partido que já teve a nível nacional várias lideranças, várias tendências de intervenção social, baseado no humanismo e reformismo, vê-se estatelado de cócaras neste concelho porque quem manipulou o seu espaço de intervenção saciou a sua massa analítica e crítica ao mesmo tempo que foi secando – delirantemente - as presumíveis fontes de sucessão. Aonde pressupunha sombras, derrubava. Segregou tudo e todos da sua área politica e rodeou-se da quinta divisão da terra de ninguém, provindos de outras latitudes e charnecas politicas.
Hoje o cenário é-lhe desolador. O partido se continuar a ser uma coutada privada, por cá, nem daqui a quarenta anos será poder. Não tem raízes cívicas. Não tem esqueleto orgânico nem administrativo. Não tem identidades criadas. Não tem identidades naturais. Não tem reservas intelectuais. Não tem nada de nada como estrutura representativa a não ser sócios quotizados e instrumentalizados. Consigna-se a ser uma das maiores vergonhas locais do partido a nível nacional, com o beneplácito de uma distrital “indiferente” e uma nacional aonde pairam muitos confrades. E para além do demais, estes votos todos conectados dão muito jeito ora a uns ora a outros confrades, mediante a facção a que o estratega confrade, encoste a cabecinha!  Pois há confrades e confrades!?
E de confrade para confrade… foi no dia da entrega dos prémios da XI Semana da Chanfana que a indigestão toldou, mais uma vez, a mente do progenitor de toda esta trapalhice política. Após a entrega dos prémios e sorrisos de circunstância para a fotografia - aonde os olhares foram cúmplices e ornamentados de carinhos e ternuras, lembrando uma família concomitante e provinda - empreendeu nos bastidores mais uma jogada no seu jogo preferido, tendo como receptor o seu atleta predilecto. Não lhe escorregando a mão do varão, destravou-se-lhe a língua e mimoseou o dito com os mais laudatórios, adjectivos, depreciativos. Responsabilizando-o de toda a conjuntura política que se vive nas hostes - da murcha – “A. R.” Foi um espectáculo deprimente, já que os poucos presentes que assistiram viram-se por simpatia a executar o encaixe. Não fosse o varão que define o grupo dos pontas de lança, escorregar da mão (do criador) – os suores começam a ser muitos – ainda hoje o dito estava a enfardar.
Não é por mais nada, mas por causa do constante espalhafato público, porque a malta precisa de descanso e sossego, para quando um bocadito de vergonha, de ambos?

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A verruga dos 10 mil repartidos por 12 (?) “Anjinhos”!

A obediência cega e o desfrute do poder de alguns “ginastas” do anterior regime – deposto a 29 de Setembro de 2013 – começa a ser posto a nu.
 
Mais, um delírio meu.
Um sonho que passa a ser um “…é de sonhos!”.
 
Na sede política do partido que sustentava a sigla do poder foi assinado supostamente por 12 dos presentes um documento apresentado como referente à sua actividade… … ..
Meses depois da queda do regime “cristalino” ser deposto nas urnas, eis que surge a verdade do seu conteúdo. Uma coisa que era para ser laranja, tornou-se azul, azul, azul!
Julga-se que serviu para dar aval a 120 mil (+ coisa / – cousa) asteriscos do firmamento azul…
Assinaram de cruz e ao que parece dez mil “aéreos” vão saltar dos bolsos dos signatários da dita petição. 
... ... ...
Não me espanta a postura nem tão pouco falta de vergonha de alguns indivíduos.
Não me espanta nada, mesmo nada, o finca-pé que houve para que a sucessão do deus… fosse feita… (atabalhoadamente…).
Não me espanta nada tudo que está a acontecer. O que foi já colocado na superfície da realidade que vivemos, o que está a aparecer no caminho que trilhamos e o que virá por aí para nos brindar o nosso futuro.
... ... ...
 Apraz-me registar que não sou um revolucionário refugiado e saído dos armários da cidadania/democracia plena, agora. Já denuncio estas atrocidades de caracter político há anos. Por isso, fui perseguido, enxovalhado publicamente, trucidado socialmente e vilipendiado na minha cidadania. A minha família sofreu retaliações. E todos estes factores contribuíram também para o estatuto… que vivo hoje.
Mas estou de bem com a minha consciência cívica. Muito bem mesmo.

Acrescento:

O povo livre anuncia a convocatória para as eleições na Concelhia para amanhã. Por cá não se viu nada de nada a anunciar tal facto.
Mas com esta algazarra, espasmos e pasmos vai lá aparecer militantes para votar… mal que não seja para descarregar… nos cadernos eleitorais o voto. Presumo!
Agora vamos ver quem vai constituir a concelhia. Se ainda haverá espaço para o (auto/proclamado) salvador do costume!? E se houver, quem ousa ter coragem para o acompanhar, “às cegas”!?
Alberto de Canavezes

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O "gemo" DE UM ESTÁBULO DECADENTE! IY

Afinal a realidade está-se a vestir. De uma candidatura considerada inconsequente e só propalada para “chatear a humanidade”, eis que ela apresenta as razões que a impediram de ir a sufrágio e mesmo assim a jogar por fora, dá vinte de avanço.
A sofreguidão desta eleição – tipo Assembleia Nacional - que originou o asseio étnico dos informes aos estatutos, também tinha razões para ser aplicada aos que sozinhos nas urnas, perderam, categoricamente. Mas tomaram posse… ficou o espaço de duas assinaturas em branco, mas as senhoras, tomaram anteontem posse.
As ilegalidades sobranceiras e prazenteiras podiam ser descritas assim: - Um Edital para anunciar os trâmites das eleições, aquartelado… Uns que herdaram o número de sócio… Um outro, inscrito muito fresco como sócio, entre um caçoilo de chanfana e uma côdea de broa, que estava e de repente sob pressão, eclipsou-se. Foi substituído por um outro que sorrateiramente se instalou “fora de prazo…”, como fosse um veterano. Daqueles que fica espantado com tudo que agora os “meninos mimados” descobrem e escarrapacham na praça pública… Mas para sua surpresa (mas não nossa) vai e está em todas as calinadas… …
Verificando-se a constituição da lista dos proscritos, constata-se a abrangência cívica dos seus componentes. Pessoas com arcaboiço intelectual, com coluna vertebral, habituadas a pensarem por si e a informar os outros, do que pretendem e ao que vão. Pessoas que sabem argumentar as suas intenções e consequentemente a sua tradução para as colocar em prática. Pessoas oriundas de vários quadrantes políticos mas distantes de preconceitos e vassalagens.
Não pode haver paliativos nem contemplações com uma situação destas. Quem não teme expõem-se para ser decifrado. Explica-se e fala da sua justiça. Nenhum dos componentes que atestam a nomenclatura directiva pode dizer que foi coagido ou acorrentado para assumir o cargo. Também não podem afirmar, que estão por ali por altruísmo e solidariedade sem se disponibilizarem a desobstruir as barreiras que possam manietar as dúvidas existentes. Porque se consentirem a opacidade, só se decifra que fazem um frete a alguém e não estão a servir a Instituição com isenção e idoneidade.       
O que me deixa perplexo foi a desfaçatez com que tomaram posse. Insistem combater a vergonha e a sensatez. Vão enxutos para o teatro de operações e ficam com as orelhas a arder, obviamente! Não se entende nem percebe é a conspiração democrática e intentona palaciana que perpetraram e candidamente (alguns) julgam-se vítimas.
Categoricamente para honrar a Instituição e para limpar a face, os que tomaram o poder, deviam solicitar uma Assembleia Geral Extraordinária com o intuito de colocar tudo cristalino. E em sítio próprio esgrimir o contraditório, produto que enaltece as Instituições com representatividade profundamente democrática! Senão somos levados a pensar que existe algo impróprio e pouco aconselhável para conhecimento dos seus associados e da comunidade em geral.
Se forem outros a solicitar a tal Assembleia Geral, inclusive por quem foi impedido de ir a votos, fragiliza de morte… quem “extinto” “governa”!
Apraz-me registar o “Esclarecimento” de quem foi apeado do acto eleitoral. Informa que não foi uma candidatura avulsa, inusitada e “só para contrariar”.
Alberto de Canavezes  

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Do nosso feriado ao feriado de todos os democratas!

Sobre o Feriado Municipal, nada do que aconteceu me espantou!
Existem abordagens, que foram dois em um!
No xadrez politico que nos consome a cidadania e que está a hipotecar o nosso futuro estribado num presente muito sombrio, ainda não houve o “xeque-mate” que a história exige e a verdade necessita. Mas houve um xeque ao rei (deposto) que tresmalhou os equídeos do tabuleiro pelos prados e pradarias que enliçam, brenhas. Brenhas, essas, que acoitam quem se esconde/foge e almeja o que vem depois da tempestade, a bonança.
De certa maneira, foi bom, não terem aparecido (porque existem silêncios que são cúmplices) e desse fardo/pardo, fez-se luz.
Mas denota-se um acantonamento dos peões do rei (deposto) pelas torres e bispos do “feudo” que ainda nos lembra o tempo dos tempos! Tempos serôdios.
(Falta uma peça do jogo… … )
 
Li e reli o discurso do Sr. Presidente do Município e interpretei dele uma mensagem de desemaranhar o passado, introduzir o presente e aprontar o futuro.
Denunciou a bizarria de se ter obra para “inglês ver” e a malta sem nela (e dela) associar-se!
Deu o receituário para desengatilhar uns vírus cirurgicamente, espalhados. Falou do depredado parque automóvel… de um carro topo de gama “devoluto”… e de outros palpáveis e visíveis logros.
… ... ...  
Expôs a excentricidade herdada – que as tem que aguentar estoicamente sem culpas no seu cartório - ao falar de um atentado ambiental (e não só) perpetrado na Serra do Bidoeiro.  
Apontou o dedo a quem olhou para nós de Lisboa e veio para a fotografia, mas nunca quis averiguar a vergonha que nos grassava e que previamente foi denunciada.
… … …
Penso que foi um discurso bem-sucedido. Criterioso. De um verdadeiro líder.
 
Em minha opinião pode prenunciar a jogada de mestre que culminará com o xeque-mate político que colocará a história actualizada com o tempo presente. Essa validade tem como expiação o mês de Abril. Esmiúça-se até lá o passado. Abre-se uma solução para o nosso futuro, depois.
Mas o algoritmo para tal é… “A Mudança Tranquila”!
 
Alberto de Canavezes

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O Ex/refeitório às moscas!

A ausência dos afoitos aristocratas do anterior regime, nas comemorações do 116º aniversário do Município demonstra o despudor e falta de humildade democrática que os assola. Tanto mais que usufruem de um direito que sempre negaram aos seus opositores. Convocação para usufruir e participar da decisão democrática de nos servirem com e em causa pública.

No tempo em que não falavam, mas que apareciam sempre para levantar o braço que nos indicou o caminho que agora trilhamos - com a terapia sarcástica de denominarem os seus jovens e competentes adversários políticos de "meninos mimados" (entre outras aleivosias, e beneplácitos mais agressivos e abjectos) quando estes em plena Assembleia Municipal denunciavam o fumo das labaredas que actualmente nos consomem e lavram a nossa cidadania e a nossa identidade histórica - disputavam os holofotes da ribalta e sentiam-se os privilegiados “eleitos” da propalada raça... Artífices da cristalina e imaculada / “obra”. (!?)
Ontem já com a careca bem descoberta, negaram-se a escutar o óbvio e a admitir a verdade nua e crua.   

Estiveram presentes os que nada tem a ver e a haver, com a aldrabice que herdamos. Os politólogos se analisassem um que eleito, esteve e outra que não o sendo o acompanhou, interpretariam que pode haver alterações de representatividade política… e dar-se a verdadeira “Ambição Renovada”.  

A, seu devido tempo, de uma maneira ou outra, todos os actuais faltosos, foram confrontados sobre os indicadores de improficiência que nos reinava, mas sempre relevaram isso, apelidando os "mensageiros da desgraça" com epítetos menos dignos, originando com isso, até, pretexto de conversa acintosa, entre eles. Eu que o diga!

Não retiro uma vírgula ao que sempre escrevi sobre a promiscuidade politica que nos depredou a cidadania e a obediência cega de uns quantos a um deus menor, endeusado e cristalizado.

Sobre eles, não pretendo falar mais… porque os seus actuais actos comunicam e falam por si, com a particularidade de andarem cabisbaixos e de braços derreados. Valha-nos esse efeito e jeito!  

Até neste particular denota-se uma “Mudança Tranquila”…

Alberto de Canavezes

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Um “chute” de bola e outro de alucinações!

Uns escondem-se e fogem. Vão em passeio para Madrid na prespectiva de verem Cristiano Ronaldo receber a Bola de Ouro. (?) Mas até aí andam ao equívoco. A cerimónia é em Zurique… (!?)
Gente deste quilate faz-me lembrar o Sr. Joseph Blatter, com uma disparidade, uns bateram sempre continência ao comandante (quando havia um senhorio endeusado e cristalizado…). Blatter fez a película sem o tal, presente, mas com marcha... Agindo e pensando por si. Teve vontade própria. E levou concludentemente, com as consequências. O Alcides (do Nilton) representa a indignação que nos assolou. Aqui, foi todo um eleitorado, que lhe atribuiu representatividade que se sentiu gorado e alguns que acederam ao convite para as lides politicas.  
Hoje viu-se quem é matraquilho e quem inocentemente absorve essa faceta por “simpatia”. Porque manifestamente foi enganado e abandonado à sua sorte.
O Sr. Blatter é presidente da Federação Internacional de Futebol Associado – FIFA. Aonde estão consignadas o Futsal; Futebol de Praia e Futebol Associado. Não do móvel aonde se joga um jogo em que é preciso um par de mãos para manipular o chute. São bonecos que são atravessados por um varão e em simultâneo fazem o mesmo movimento de quem pontapeia a bola. Por isso o Sr. Blatter não pode ser responsabilizado por tal espécie de competição.
Um líder que nasce para ser líder, assume a sua tomada de decisão e os seus efeitos e consequências. Não debanda. Não faz o gesto de empurrar a bola mesmo não a tendo nos pés.  
Um Feriado Municipal não se cria de improviso nem acontece porque sim ou porque não. Caracteriza um dia previamente identificado na história que se renova todos os anos, no qual se comemora uma identidade territorial. É uma vontade cívica emanada de uma identidade sociológica.
Um agente eleito que se predispôs a ser uma hipótese para ser o mais alto representante de um Município e preterido nessa opção por sufrágio livre e democrático, ausentando-se do seu Feriado Municipal, sem razões plausíveis e óbvias, denota alheamento e falta de respeito pela sua missão, por quem lhe deu esse protagonismo e pelo seu histórico recente em tais dias. Na outra época, foi sempre um dos mais assíduos e pontuais. Aplaudindo sem restrições toda a devassa publica que nos assola. Pressagiando em transe ser um “chute” bué de fixe! E chalaceando a verdade, deixou-nos só fumaça.  
Alberto de Canavezes