VISITAS

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Rastilhos de fumaça! I

As eleições que aconteceram numa parcela do território Português na pretérita sexta-feira vieram demonstrar a sofreguidão que existe em guardar um dos últimos bastiões da indecência e insanidade cívica de um individuo que andou a raiar o zénite da perfeição politica e que depois de muitas coisas… e de conhecer uma tresloucada, se cristalizou e endeusou. Passou de perfeito para imperfeito e de bestial para uma grande besta política que não olhou a meios para atingir os seus fins e propósitos…
A sua listagem (neste jogo de cabra-cega) é constituída por gente… pessoas de bem e agentes dados a matraquilhos. Existe por lá gente que respeito e agentes que abomino. Existem por lá puros matraquilhos que pagam agora as mordomias recebidas na época da improficiência e apátrida da meritocracia. Bastavam levantar as mãos para votar em silêncio – por artimanhas cristalinas - para as benesses serem abonadas.
Detectei que um repescado (que se julga ser “bem-admitido” por todos) para dar um cheirinho certificado  - para ocupar a vez de um jeitoso da outra banda partidária, sócio feito entre dois caçoilos sem a maturação necessária - é um exemplo sintomático do “… não podes dizer não, olha o que te “fertilizei”… porque senão caímos juntos ”. Tal imberbe, mesmo sabendo que está a entrar na fogueira, vai com um sorriso sarcástico e uma indiferente disposição que se indispõe a ser impiedosamente enxovalhado... e que quando apontar o dedo (não tem categoria para isso) … tem quatro a apontar para ele!  
Existem incêndios que não se apagam com água, como existem posturas que não se diluem numa propositura de nomes e passam despercebidas.
A Direcção provavelmente já tomou posse, após ter menos votos que os expressos no Acto Eleitoral. Lideres nascidos para o serem, tiravam as consequências devidas. Mas rapazinhos de presépios falsificados, não! (O singular era adequado, mas se a mais alguém servir a carapuça, força, que a enfie na respectiva “marmita”!).  
“O pior cego é aquele que não quer ver”, e eu vejo por ali pessoas que certamente não viram o quanto estão preenchidas com afazeres desportivos, recreativos, culturais e essencialmente familiares. E espero que considerem tais cuidados e apartam desta formatura airosamente… Expressem, estatutariamente, qualquer coisa como um: “au revoir”; um “goodbye”; um “arrivederci”; um “auf wiedersehen” … a tão moribunda personagem e libertem-se de uma “sirene” (leia-se, aflição) que não é a deles. Mas, sim do “tal” e por contágio, de alguns matraquilhos.
Investiguei o “boletim meteorológico” e denotei que vem por aí maus tempos, muito mau tempo, mesmo! E uma “gripe” por “idiopatia” não vem mesmo nada a calhar, neste período Natalício.
É muito grave não nos agasalharmos devidamente e tomarmos as devidas precauções, quando temos alguém que afavelmente, nos avisa do tempo que vem lá! 
 
Ah! Os verdadeiros presépios possuem sempre quórum. Os outros, nem sempre!
 
Alberto de Canavezes