A presença no terreno de uma
candidatura independente ao Município (Órgãos Executivo e Deliberativo), não
pode querer dizer que seja uma regra comum para aplicar nas quatro freguesias do
Concelho. Creio em absoluto que apresentar uma candidatura às Lavegadas será um
rude golpe no seu propósito de manifestar-se diferente. A ânsia de terem presença
em todos espaços de administração autarquia pode “virar o feitiço contra o
feiticeiro”.
O candidato que personifica o seu rosto, não se pode fundamentar que Santo André o sustenta e que os outros votos nas outras Freguesias se repartem entre todos de uma forma nominativa. Porque a sua própria Freguesia também atribuirá partilha de intenções.
O candidato que personifica o seu rosto, não se pode fundamentar que Santo André o sustenta e que os outros votos nas outras Freguesias se repartem entre todos de uma forma nominativa. Porque a sua própria Freguesia também atribuirá partilha de intenções.
A Freguesia das Lavegadas tem especificidades próprias.
- Ser mais um a reclamar a fidelização de eleitorado nos três boletins de voto?
Ou terá a astúcia de deixar as Lavegadas esgrimir a sua forma “nativa” de se mostrar perante a Assembleia Municipal. – Dando ao boletim branco (Freguesia) a sementeira que quer colher nos outros.
Creio que seria um acto de imensa sagacidade política, tal desprendimento. Demonstrava perante todo o eleitorado do concelho de Vila Nova de Poiares a autonomia e abrangência da sua candidatura. Apresentava que sabe e está pronto para criar pontes de entendimentos e consensos. Que o todo, numa representatividade soberana emanada do povo é maior que qualquer uma das partes. E essa, é a nascente e frontispício de uma liderança forte.
Como adição, creio em absoluto que poderá obter no boletim verde (Município) e inclusive amarelo (Assembleia), uma votação diferente, para melhor.
E por mais, ia criar um estímulo de imensos enigmas – neste reino de incógnitas – face à maturidade cívica / política da comunidade das Lavegadas. Muitas vezes, menosprezada por alguns democratas de pacotilha, que contraditam quem realmente fica “atrás do sol posto”.
As
eleições de 2017 dá uma boa observação para sustentar esta minha tese – de
maturidade cívica / política - mas não só, há outras fontes de informação.