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terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

O reino das incógnitas! (YI)

Dizem-me alguns, que sou conflituoso e instável. Que estou… e de repente saio. Que não me ajusto a ninguém, nem a nada.

Cântico Negro é o “Pai Nosso” da minha cidadania. E, se não me revejo nesta “horda” que está a gerir os meus destinos comunitários, foi porque que em vez de caminharem para a frente, com a aura com que ganharam o poder, remaram para nos encontramos aonde eu lhes dei a mão, com a minha denuncia e o meu voto. Encontramo-nos, contra a crista do endeusamento e cristalização. Contra a promiscuidade de manusear o poder e doar benesses aos seus acólitos e mansões do regime.

Os primeiros quatro anos desta gente, foram e tiveram o dogma da sua oposição ao regime autocrata e nomeação de serem diferentes. - Insisti.

Os segundos quatro anos foram de conflitos entre a ousadia de se ter poder e servilismo. De autodestruir princípios e os seus rostos. - Desisti.

O terceiro mandato, foi o engodar para o que tanto criticaram e os elegeu. Foram uma cópia enojadiça dos tiques e retoques do parque jurássico. Para muito pior.

Não me acomodo a poderes instituídos. E não me refugio em ser obediente, para ser preiteado com mercês e preitos embuçados.

Quanto ao futuro. Posso estar ou não estar. Se não for, apoiarei como cidadão o que se apresentar com gente nova e uma mensagem sólida. Mas, na certeza absoluta que obterá de mim - no futuro - o mesmo que os “papagaios” que asseveraram diferenças e se tornaram um guardanapo que entranhou as mesmas gorduras e manchas, das nódoas que tanto criticaram.

Basta!