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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

O reino das incógnitas! (IY)

Para mim há um cidadão que se, se candidatar, pelos partidos dominantes do nosso espectro eleitoral, ganha a Câmara Municipal. Para isso terá que haver uma purga na Avenida Manuel Carvalho Coelho, na sede pela qual se candidatar.

Tem perfil. Tem carisma. É consensual. Dinâmico. Empreendedor… (Estou a ser repetitivo).

Ele, só necessita de um eleitorado fixo ao partido. Uma máquina implantada no terreno, pelos quatro cantos do concelho. Ambas as forças políticas, possuem escudeiros fiéis para verem nele um motivo de lealdade e referência, como de motivação, para não desvirtuarem o seu sentido natural de votação. A sua empatia aliada à sua visibilidade…, contribuem para o resto.

Parece um contrassenso, mas não é.

Há uma candidatura forte, independente. Não há espaço político para mais uma, na orla sem sigla.

Há a indeterminação, “Chega”. Ou apresenta um candidato local sofrível para segurar o seu eleitorado - se o preferido disser, não – ou pode muito bem acontecer, apresentar uma figura pública nacional para remoer mais esta inquietude de xises.

Importa é o impacto eleitoral. O anexar uma autarquia para o espólio, no intuito de ornamentar uma consolidação ainda mais incisiva na sociedade.   

Será assim tão surreal!?? – Infelizmente, creio que não.

O “Chega” não tem capacidade para ganhar as grandes cidades do país, nem vilas. Mas tem que ter e necessita de presença autárquica municipal para a sua emancipação. E Vila Nova de Poiares é categoricamente apetecível.   

Culpo o PS - Partido Socialista e o PPD/PSD - Partido Social Democrata se nos deixarem arrastar para este cenário. Estes partidos tem a obrigação de nos apresentarem uma personalidade com carisma e equipas com o que de melhor tem a nossa sociedade. Não baseadas em interesses pessoais, cooperativistas e de outras personagens obscuras.

Urge desmontar essa ousadia. Evitar, essa comparência.  

O mergulho no reino das incógnitas, assola-nos!