Para
mim há um cidadão que se, se candidatar, pelos partidos dominantes do nosso
espectro eleitoral, ganha a Câmara Municipal. Para isso terá que haver uma
purga na Avenida Manuel Carvalho Coelho, na sede pela qual se candidatar.
Tem
perfil. Tem carisma. É consensual. Dinâmico. Empreendedor… (Estou a ser
repetitivo).
Ele,
só necessita de um eleitorado fixo ao partido. Uma máquina implantada no
terreno, pelos quatro cantos do concelho. Ambas as forças políticas, possuem
escudeiros fiéis para verem nele um motivo de lealdade e referência, como de
motivação, para não desvirtuarem o seu sentido natural de votação. A sua
empatia aliada à sua visibilidade…, contribuem para o resto.
Parece
um contrassenso, mas não é.
Há
uma candidatura forte, independente. Não há espaço político para mais uma, na orla
sem sigla.
Há
a indeterminação, “Chega”. Ou apresenta um candidato local sofrível para
segurar o seu eleitorado - se o preferido disser, não – ou pode muito bem
acontecer, apresentar uma figura pública nacional para remoer mais esta inquietude
de xises.
Importa
é o impacto eleitoral. O anexar uma autarquia para o espólio, no intuito de
ornamentar uma consolidação ainda mais incisiva na sociedade.
Será
assim tão surreal!?? – Infelizmente, creio que não.
O “Chega” não tem capacidade para ganhar as grandes cidades do país, nem vilas. Mas tem que ter e necessita de presença autárquica municipal para a sua emancipação. E Vila Nova de Poiares é categoricamente apetecível.
Culpo
o PS - Partido Socialista e o PPD/PSD - Partido Social Democrata se nos
deixarem arrastar para este cenário. Estes partidos tem a obrigação de nos
apresentarem uma personalidade com carisma e equipas com o que de melhor tem a
nossa sociedade. Não baseadas em interesses pessoais, cooperativistas e de
outras personagens obscuras.
Urge desmontar essa ousadia. Evitar, essa comparência.
O
mergulho no reino das incógnitas, assola-nos!