Escolhas e consequências.
Quem tiver ambições políticas
a propósito da autárquicas de Vila Nova de Poiares, num futuro imediato, não pode
descorar a linha de partida que foi proporcionada pelo Partido Socialista.
Aliás, já o tinha sido
oferecido pelo Partido Social Democrata, há doze anos atrás, pela estadística segregação
do eucalipto perpetrada pelo chefe do clã. O fazer proscrita e ter colocado na
guilhotina o seu melhor activo.
Não houve dissidências. (Houve
sim, muita trapalhada e absurdos).
Só que agora a plantação estadista
não é só da secura que patrulha o eucalipto mais alto. É-o, também, pela política
de três quadras e episódios que aconteceram nestes doze anos. Que podemos representar
e descrever como uma proliferação de acácias-mimosas. A liderança não consegue no
chão que cultivou (e desprezou), reconhecer a árvore mais robusta para resgatar,
preservar e apresentar à comunidade e aos seus eleitores. O relevo do chão que
calca tem muitas estirpes à superfície. Com a agravante de haver uma dissidência
que já desferiu um rombo no “porta avião” do aparelho concelhio partidário.
- Que falta de imaginação! - Que sorriso, proporciona a quem leva, Vila Nova de Poiares a sério!!
Voltando ao primeiro parágrafo.
Temos como certeza absoluta, que um governou cerca de 38 anos, outro, 12 anos.
- Nova corrida, outros na viagem para eleições.