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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

O reino das incógnitas! (III)

 Escolhas e consequências.

Quem tiver ambições políticas a propósito da autárquicas de Vila Nova de Poiares, num futuro imediato, não pode descorar a linha de partida que foi proporcionada pelo Partido Socialista.

Aliás, já o tinha sido oferecido pelo Partido Social Democrata, há doze anos atrás, pela estadística segregação do eucalipto perpetrada pelo chefe do clã. O fazer proscrita e ter colocado na guilhotina o seu melhor activo.

Não houve dissidências. (Houve sim, muita trapalhada e absurdos).

Só que agora a plantação estadista não é só da secura que patrulha o eucalipto mais alto. É-o, também, pela política de três quadras e episódios que aconteceram nestes doze anos. Que podemos representar e descrever como uma proliferação de acácias-mimosas. A liderança não consegue no chão que cultivou (e desprezou), reconhecer a árvore mais robusta para resgatar, preservar e apresentar à comunidade e aos seus eleitores. O relevo do chão que calca tem muitas estirpes à superfície. Com a agravante de haver uma dissidência que já desferiu um rombo no “porta avião” do aparelho concelhio partidário.

O dizer qualquer coisa, que continuamos juntos, e vemos um dos que estavam connosco a disputar o mesmo espaço de enraizamento político, só pode ser para assertar que temos mais companhia.
- Que falta de imaginação! - Que sorriso, proporciona a quem leva, Vila Nova de Poiares a sério!!

Voltando ao primeiro parágrafo. Temos como certeza absoluta, que um governou cerca de 38 anos, outro, 12 anos.

Toda esta asseveração, confessa-nos que é muito difícil destronar alguém nestes cenários de poder com “dons” instituídos. Só se detêm, quando aparece um “STOP” com a presença de um “agente” de autoridade a invocar a Lei.
- Nova corrida, outros na viagem para eleições.